domingo, 8 de maio de 2011

sábado, 7 de maio de 2011

TEM DESENHOS QUE SÃO COMO A MANDIOCA: PRECISAM SER ARRANCADOS

Às vezes me flagro emimesmado pensando na proximidade entre as pessoas, como isto muda tudo e muda com o tempo, com a distância, claro, a grandeza dá nome ao troço, proximidade vem de .
Estava na praia de Anosfazem, na mesma casa que outros casais, seus cônjuges e fílheres, que eram crianças ainda. Tanto que estavam desenhando na mesa da cozinha, eu tava na ponta lendo o jornal, puxei um papel e desenhei o guri que estava na minha frente, aproveitei os lápis de cor e ficou um desenho preetttyyyyy-pretttyyyy-prettyyy good, como diria o Larry David. Passei pro moleque, que ficou super feliz, mostrou pra todo mundo, ficou parecido mesmo. Pois vai daí que um primo dele, da mesma idade, filho único, desembestou que queria um desenho dele, assim como o primo tinha, começou a fazer pressão nos pais, eles conversavam alto, perto, de modo que eu ouvisse, me prontificasse a agradar o guri e seus pais pudessem voltar à sua paz. Pois não me conhecem, aí sim é que não faço. Faço, sim, mas pinoteando. Só fiz depois de dois dias, quando a situação já era insustentável, a Naira veio falar comigo, o guri já tinha dado uns três chiliques, quebrado coisas, e eu neste durante, preocupadíssimo em deixar as latinhas de cerveja bem perto do gelo dentro do isopor. A proximidade é uma coisa muito importante, às vezes.


Enquanto isso, essa ilustra de 1980 e poucos é do Bill Sienkievicz, para divulgar um desenho animado que aproxima muita gente, tente.

Desenhar aumenta a tua capacidade de síntese. Experimenta. Só tem um problema, quanto melhor tu desenhar, menos tu vai falar.

SATURDIDO

Todo guitarrista se acha o Deus do Blues

e todo publicitário se acha o Sombra,

aquele que conhece o que se esconde no coração das pessoas.

Publicidade só funciona na base da pressão.

Se o produto for de preço baixo, grita com as pessoas bem alto que elas tiram a bunda da cadeira e vão na loja do bairro ou no computador do filho.

Se o produto for caro, faça parecer que ele é para poucos, associe-o à arte, ao esporte, à música, algo onde um faz diferente e o milhões consomem, para dar a sensação que o rico talvez vá ficar de fora se não comprar logo. Isso é mortal. Ele ou ela vão tirar a bunda da poltrona e sair correndo atrás.

O Sombra é um dos melhores trabalhos do Howard Chaykin, que também fez o violento e sexy Black Kiss. Taí a dica. Pode ignorá-la, ou mencionar o Chaykin numa próxima conversa. Algumas capas foram feitas pelo Bill Sienkiewicz. Bill "Sinquévit" fez algumas histórias dos Novos Mutantes, com bastante uso de preto.
O seu Bill faz também storyboards para filmes, como Cavaleiro das Trevas e os do James Bond.


sexta-feira, 6 de maio de 2011

HIP HOP E CERVEJA NÃO COMBINAM. ESPECIALMENTE SE FOR ROUBADA.

PROTOTYPES





Esses sapos faziam a minha cabeça de moleque. Na frente da minha casa morava um piloto de motos, o Mazinho, bem mais velho (e mais guitarrista tb) que eu, mas o ambiente estava se formando. Não digo que seria piloto, mas se desenhava um cenário de corridas na nossa cidade, mas, sempre tem o mas, numa tarde de domingo, o Elmar Marques foi ver o que havia no motor da sua lambretta e bateu com a cabeça num poste. O capacete era pouco mais que um capuz, ficou estendido no chão, a borracha apagou.

EGOSFERA

A Internet permitiu (isso já existia antes da Internet)
que qualquer pessoa (não, qualquer jumento)
pudesse escrever (pode também relinchar)
fazendo comentários (e quando é que chegam os bebentários?)
e piadinhas (algumas bem longas e sem graça. Pronto. Falei.)
a respeito de si (de ré pra mi lá no sol-fá, sem dó)
ou te algo que leu (alguém sabe alguma coisa que rima com "eu"?)

E depois (não, antes) [kuakuakua]
surge mais um pangaré (ah, é, Banzé, eu sei que tu tem chulé) [essa foi de+]
a adicionar sua magnânima sabedoria (sempre tranco em palavras com g) [XD]
E algum cocômentário, como se o mundo estivesse esperando pra saber o que tu sentiu a respeito de alguma coisa. (tá babinha, tá?) [kuakuakjhjkdgshjdjasd]
Putz, essa gente que foi amada na infância, não dá pra aguentar. (Magoei) [O_o]

MOMENTO POESIA

Mentira!
Olha só se essa não é A máquina! Aspirados só até o ano que vem, depois, turbeiragem.

YOUTUBE - MODO DE FAZER

Bondilha atojos
gostarien de desejaren uma sixty-fráidei das mais cuiugens, afinal, vocês são meus jongos!
Pra animar a festa, um instantâneo do tempo em que o Youtube tava dentro do bulbo.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

GARPONE

Seventies in the vein: boxes da Ferrari em 71, em Monza. Dá pra, como diz meu pai, acraditar?

PINDUCA CORPORATION


Quandíssimamente eu era molequeiro, havia um personagem nos jornais chamado Pinduca. Ele era silencioso, suas histórias não tinham palavras, seu silêncio dizia muito mais que o blablabla geral, um mundo perfeito. Corta para hoje:
Acabou de passar um comercial na tv, o Pinduca hoje é big-biz.

PIT POST

Rapiduelo antes que eu já volte do lanche: Trabalhar muito faz bem, mas ter teu trabalho reconhecido é trijoli. Se tu conseguir muito do primeiro e um pouquinho do segundo, tá dez.

E se tu conseguir algo que seja teu, não larga por nada desse mundo!

Como conviver com a igualdade?

Somos forjados, desde as primeiras células no útero, com átomos do tipo "panelinha", quer dizer, eles só se juntam com os seus ou com alguns chegados. E não é porque eles querem, eles são assim e pronto.

Muito do átomo é nada. Imagina o quarteirão onde tu mora, se ele fosse um átomo, a camada de elétrons seria uma bola de futebol do tamanho da quadra, o núcleo do tamanho de uma ervilha. E nada, absolutamente nada no meio.

Num chute irrazoável, se juntasse toda a matéria do teu corpo, os núcleos e os elétrons lado a lado, sem esse espaço vazio, tu seria menor que uma aspirina.

Essas coisas estão incluídas na mecânica quântica como teoria dos sistemas. Eles inventam esses nomes biitos porque sempre tem um imbecil que não entende nada, preguiçoso mental que diz: Bah, de novo esse papo de hippie?

quarta-feira, 4 de maio de 2011

O DIA EM QUE O DIABO TOCOU O BLUES

No palco, de frente pra toda aquela gente, de repente a energia caiu. Meia noite em ponto, a escuridão engoliu o ar. O oooooh das gargantas colou num aaaaahh quando a luz voltou. E ali estava ele, sobre as tábuas, chapéu e casacaõ molhados de chuva, a pele escura, uma Les Paul nas mãos tao negra e opaca que parecia queimada. Comeu o silêncio até que ele baixou a mão esquerda nas cordas, canhoto. E uma nota só soou, uma puxada que engasgou até o gambá que morava na ponta do balcão. Lá em cima, o ele fez um clique com a unha, eu vi, sem palheta. Desceu uma sequência de notas que parecia uma metralhadora, em câmera lenta, a bateria se atirou e todos criamos uma coragenzinha não sei de onde, pois a tremedeira era grande. Estranhamente, fiquei com muito frio. A galera no chao começou a urar com vontade, infinitas air guitars foram esmerilhadas, ninguém da banda olhava pra ele, encerramos o som no instinto e nos viramos no meio da gritaria, ele não estava mais ali. Ficou a poça de água no meio do stage. E não choveu naquele dia.

Na foto, uma das groupies do Tinhoso.

AXIS BOLD AS LOVE

Todo giro, de 90, 180, 360 graus tem um eixo.
Alguns dos papos "cabeça" que falo quando estou com amigos estão dispostos no filme O Ponto de Mutação, do livro do Fritjof Capra. A mensagem tem um pouco do Breve História de Quase tudo, do Bill Bryson, fala dos átomos feitos de quase nada e dos elétrons que posam para a foto.
O lugar onde se passa a ação é Mont Saint Michel, na França, um castelo e uma vila sobre um rochedo que fica ilhado pela maré.



Sinopse: Um político, candidato à presidencia dos EUA (Jack Edwards, interpretado por Sam Waterston) vai à França visitar um velho amigo poeta (Thomas Harriman, interpretado por John Heard). Lá, conhecem uma cientista que criou um laser com fins medicinais que acabou sendo usado no projeto Guerra nas Estrelas (Sonia Hoffman, interpretada por Liv Ullman) e, juntos, tecem uma profunda discussão sobre questões existenciais, ecológicas, que mexem com nossas crenças. Filme baseado na obra "The Turning Point" (O ponto de Mutação), de Fritjof Capra.


O filme está aqui, para quem quiser assistir, mas não recomendo, viu?

terça-feira, 3 de maio de 2011

EVERY TODO

Every fucking day I have to unsubscribe from a lot of e-mails sent to me. A lot!

To those guys who send this spam I just wanna say: Shove it up your asses, damn it!

TEVER

Estou num restaurante, tem uma tv ligada, passa uma mulher que olha e diz pro marido:
- Mas como tá preta essa apresentadora! Eu acho muito feio gente bronzeada assim. Isso só pode ser aqueles bronzeamentos artifi...
Não terminou a frase, apareceu um ex-jogador de futebol, hoje careca e com os cabelos restantes compridos.
- Repara, como tá velho esse homem! Ele tinha que cortar esse cabelo, onde se viu um homem velho com cabelo comprido...
A mulher tinha um crucifixo na corrente do pescoço. Não aguentei e fui perguntar:
- Com licença, a senhora acredita que Deus fez o mundo?
- Claro que sim! Lógico!
- E como a senhora acha tanto defeito se o mundo é uma obra do mais perfeito dos seres?
- Vejo que você não entende muito da palavra de Deus, exista uma coisa chamada livre arbítrio, menino, Deus permite aos homens agirem conforme seus próprios desígnios.
- Mas ainda assim, não é uma lei feita pelo Todo-Poderoso, e assim, perfeita?
- Ahhh...
- A sua mesa vagou, pode sentar, senhora.
Salva pelo garçom.

Joga pedra, chama os outros de burros. Conheço gente que passou mais tempo fazendo isso do que qualquer outra coisa na vida. Sabe o que aconteceu? Os criticados foram cuidar dos seus rabos, ela ficou no mesmo passo, hoje ela faz faxina na casa de alguns deles. Quem foi o burro?
Joga pedra, o mundo e o tempo são redondos - nunca viu um relógio? É redondo, sacou? - que essa pedra ainda vai bater na tua nuca. Fechar a boca não é pra qualquer bocaberta.

Eu não sou santo, sou Santos, que não tenho meus momentos de alma podre. Mas sou consciente que tenho um monte de defeitos, defeitos que não acho ninguém que os tenha.
É importante que eu diga: Sou a favor da malhada com causa: Seja bom, muito bom em alguma coisa e tá liberado pra dizer o que quiser, baby. Só que quando o cara é bom, não tem recalque, suou a inveja pra fora e ficou livre dessas lombrigas.
Agora, se o bicho é ruim no acolheramento de letras e quer malhar o jeito que os outros escrevem, por exemplo, aí eu não guento! Conheço, infelizmente conheço uma mulher que malha o jeito que os outros falam, mas fala "arrecém". Tem pós em pedagogia, ou algo do tipo, e escreve "quizer, faser".

Quem malha, não sabe fazer, é isso. Só olha meio lado da questão, sabe das coisas por ouvir dizer, não tem opinião própria, é incompetente, sem talento, desculpa, mas é.

Só posso mandar para Apa. Apaputaquepariu! Que gentalha nós somos! essa é a minha opinião imprópria.

PÔ! PAGANDA

Leiautchi no melhor estilo do tio David Ogilvy, o texto e chamada dispensáveis, aqui o lance é a foto. O verão que passou foi muito bom, que venha o inverno com seus infinitos cafés, barrigadas e risalhagens ao sopé da montanha de brasas da lareira.

Em tempo, segundo o editor-in-chief de Zero Hora, a atenção do leitor vai, do maior para o menor:

1. Troféu de ouro: Ilustração
2. Taça de prata: Infográfico
3. Medalhinha de bronze: Fotografia
4. Certificado de participação: Título da matéria.
5. Latinha de merda: O texto.

Eu, que já li muito nessa vida só posso achar legal. Ler é que nem fazer ginástica, sempre vai ter uma legião de sedentários que acham que NÃO FAZER alguma coisa tem vantagens. Pior pros pouca-prática, como dizia a Ivone Lara pro João Castilho.

FULFILLING GUTS

Chaparral é o nome de um lugar, uma árvore, um capim e um pássaro. E esse carro aí. No oval dos 1.000 km de Monza (ainda está lá, Monza fica num parque), em 1967. Logo atrás dele, o meu Matchbox.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

IEM NOME DO DESIGN

Esteaíssimamente é o Sbarro, um doidim aí que é tão criativo, que criou essa máquina de fatiar carne humana com entrega rápida a domicílio.

QUE AGUASQUEIRO!

Eusempre achei que os Porsches tinham cara de sapito.

CIGARRO EM 2 TEMPOS

sábado, 30 de abril de 2011

NAT

sexta-feira, 29 de abril de 2011

VAI TREINANDO, PRINCESA

ARQUITETURA ANTI-ZUMBIS

THE SOUL SHIFTER

Descoletei umas imagens de carros&motos que vou dropando aqui. Essa aqui despacha o boneco pro réven  facim facim.

AFODISMOS

Já dizia Montesquieu, ou alguém do tipo: O maior dos delírios de grandeza é citar os outros, só superado pela mania de criar frases imbecis e achar que são grandes pensamentos.


Então, como eu não tenho nada disso, peguei umas sinapses, aqueci-as por ionização, marinei com neurotransmissores frescos e fabricados aqui mesmo no prédio, no Departamento de Coisas Asquerosas e Melequentas - DCAM. 


Com vocês, meus novos afodismos.




1. Aquilo que se fala pelas costas de alguém, quando dito na frente, chama-se bullying.


2. Um grande passo para evitar estrangeirismos seria trocar a grafia dos sobrenomes, por exemplo, Carrion para Carrião, quem sabe?


3. Todos desejamos o bem do planeta, de dentro de nossos carros com ar condicionado.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

ELDEE

SAI DESSE PAPEL, MULHER!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

EVO

Comcertezíssimamente o EVO dessa postagem quer dizer evolução, código muito usado pela indústria. Aqui, a logo de um cliente que evoluímos e desenvolvemos, num modo de apresentação bem exótico, para se obter um ar tribal e até místico.

O GEEL E A ÁRVORE

Imprescindível supamercás porcada dia, gondolando achei um amigo de infância que pra mim não mudou nada: Sou quase cego para defeitos em pessoas que gosto. Sou quase cego pra tudo, mas pra isso os americanos já inventaram os óculos. O Geel era o inferno nos futebóis do colégio, driblava a sombra, o juiz, e fazia um sacarrolha com aquelas canetas feias e tortas que até a bola pedia os trinta. Hoje ele cria thoroughbreds, uma das palavras mais afú que tem no dizqueonário, vailaver.
Na vuelva, na esquina de casa, deparei-me com essa cena. Fui fotografar e a dona da casa achou que eu era do Ibama, me fez jurar que não era da prefeitura, uma pessoa bem culta, que tem 26 espécies nativas no terreno e cortou um galho que o vento derrubou. Somos vizinhos há 10 anos, agora nos conhecemos. O marido dela também se chama Renato. Nós, os Renatos, estamos tomando conta, devagarito. Até a esquina, o mundo já é nosso.

EC BLUES

Esperante pelo almoço, que vem andando de moto,  faço isto. O lance é que tiro a foto com o celular, o que já dá o tom médio da foto... Low-tech tem seu valor.

É LENHA, COMO SABIAMENTE DIZ A IVETE, DE QUEM, CONSEQUENTEMENTE, NÃO GOSTO.

Dificilmente vocês me verão falar mal de meus inimigos. Não é que eu não fale, eu sou de carne, osso e graxa. Mas na maioria das vezes o mais provável é que eu vá olhar as coisas que eles fizeram de legal. Eu sou um Colorado, mas não é porque alguém faz algo legal no Grêmio que eu vá torcer o nariz. Me interessa a essência, as cores mudam muito, do verde para o maduro ao podre, até da manhã para a tarde, conforme o sol. Dia desses no caixa, a atendente falou com o empacotador de uma pessoa que ela não gostava, e disse: Estes Silva... que nem o Lula, em tom pejorativo. Eu não se guentei e disse no tom mais caramelado que consegui:
- E também o Ayrton Senna...
A mulher ficou de pé trançado (dentro da cabeça) e riu sem graça. Já sei que na próxima compra o pão, as frutas vão ficar esmagados na parte de baixo das sacolinhas.
As pessoas acham que Silva e Santos é ruim no automático, elas gostam de um monte de gente que são Silva e não se dão conta. As maiores audiências e GRANA (nesta hora, quem quer falar de conteúdo?) da TV estão com o F. Silva e S. Santos, só pra começar. mas o que estou eu parlapatando aqui, eu já terminei minhas tarefas matinês e estou esperando para prensar no molar algum animal tonteado sobre áscuas chispantes.
Esse post é sobre esta foto, roubaldita lá do Blog do Gomes, aquela pochete. É pra ver se mata de urticária alguns xiliquistas de plantão, que tem horror a coisas com mais de vinte minutos de existência.
E só pra confere, eu sou Piqueteiro desde quando ele só aparecia nas revistas POP que eu lia no consultório do ex-gremista Ati. Numa destas falavam de uma nova moda surgida entre os surfistas da Califórnia quando o swell tava flat, uma tábua com rodinhas, que começaram a chamar de Skate. Mas isso já é outra histójia.

terça-feira, 26 de abril de 2011

COUCHILÉE DO SANDOVALVOLINE

Roubadildo lá do Banjomas, blog espertalhucho do brodito Sandinhoman.
Eu estava na praia e não tinha violão. No apartamento tinha ficado um latão vazio, sobra da reforma, e um cabo de enxada, peguei uma corda grossa de pesca e saiu o baixo mais tosco que já viu o sol. Durante aqueles dias divertidos, rolaram paródias do tema da Pantera Cor de Rosa, Come Together, e especialmente, "És ou não és meu amor pequena" do Tom&Jerry. as paredes suspiraram quando fomeos embora.

FUTUREZH

Integrante do Primeiro Conselho de Design de ZH, resolvi colocar numa capa imaginária as questões que discutimos na nossa primeira reunião, e homenagear o pessoal da redação, que é gente fineza.

ZOMBARIA, SINAL DE MENOS

Quem não tem inteligência, zomba de quem tem.

Quem não tem dinheiro, zomba de quem tem.
Quem não tem gosto, zomba de quem tem.
Quem não tem, zomba de quem tem.
Ao menos eles têm algo, né?

FOICE

A ceifeira não tira day off, agorinha foi o Rui Biriva, que primeiro gostei pelo nome bagaceira, fez suas músicas, deixou sua marca, vai comer pastel na estrada Heptomatizada que conduz a Asgard e vender Protear pros inquilinos do véio Caolho.

BATE-ESTACA

Quando eu era prego, tapava os ouvidos pra não escutar uma música que fosse de um estilo que não me agradasse. Ou eu não gostava tanto de música ou meu cérebro ainda era uma noz, a verdade é que eu consigo ouvir as músicas dos outros hoje, e gostar delas, excrusives.
Contece que estão fazendo uma casa na frente do meu prédio e um bate-estaca está fazendo a fundação, depois de um dia de Tei-Tei o cara implora por um qualquer coisa, um pagode, uma sertaneja, nem precisa ser universitária, um supletivo já tem jogo!

domingo, 24 de abril de 2011

BULB

sábado, 23 de abril de 2011

ELECTRIC CITY - DEPARTAMENTO DE TURISMO

Electric City é a capital do rock. Do outro lado do Rio Glissando, passando pela Lucille Bridge, está Acoustown, cidade gêmea que, com sua tranquilidade e discrição, não faz questão de entrar neste guia. Ok. A gente respeitemos.
A cidade tem a forma de um altofalante, onde o domo central é o Plugged Square, o bairro dos boêmios, os Capacitors. Outros antigos habitantes do local, os Resistors se opõem à miscigenação dos frequentadores do lugar desde a chegada dos Simulators, pois consideram estes muito "mascarados".
Se você curte a mistura das tribos, é o Jimi´s o lugar pra ir. A gangue dos Bulbs é bate-ponto, os integrantes sempre esquentados com suas jaquetas estão sempre prontos pra um drive, a qualquer hora da noite e da não-noite. Eles convivem com as Transistors numa boa, rolam inclusive alguns "wah-wah" - e choques - de vez em quando.
As celebridades aparecem com alta frequência no Inductor, casa noturna de propriedade do megaempresário Sam Samp, que também comanda os Supermercados Senóide, as Lojas Palheta e a Fuse Television.
A estrela da cidade é Miss Jaguar, sucesso da música mundial com seus clipes de arte pré-moderna.
A vida na cidade inclui restaurantes como il Tremolo, da festejada chef Alavancca di Vibratto, ou The Rectifier, com sua comida feita em fogões de corrente contínua. Entre os hotéis, o lance é ir para o Faraday´s, nos seus cafés da manhã o dia todo, encontrar quem é induzido.
Dois times disputam o campeonato nacional: Os Bucks, que apavoram com o agressivo atacante Seymour Duncan, e os Coils, do artilheiro "Palito" Fender, que joga num estilo vintage e faz a alegria da torcida.
Venha para Electric City e "Get Shocked"

SOMEBODY STOP ME!