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quinta-feira, 26 de julho de 2012

SAPO DE PLÁSTICO


A única coisa que a banda Sapo de Plástico teve de fixo fui (foi?) eu. Aqui, numa das inúmeras formações, eu estava usando roupas dos outros. A camisa, os tênis, e, é claro, a calça foram emprestados. A guitarra e o baixo fui (foi) eu que construí, a partir do nada, desenhei numa folha de papel numa viagem de ônibus, e comecei a fazer.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

QUEM SABE?

Não costumo fazer paródias, tipo pegar uma marca famosa e adaptar a algo, mas essa arte eu havia feito há muitos anos e depois perdi o arquivo. Pois agora peguei um par de minutos e aqui está de novo.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

SAPEIRA DE MATERIALISMO

De vez em vez eu acho que o Sapo de Plástico, a banda que eu tive com amigos, não existiu. Tocamos por tão pouco tempo que poucos lembram, e desses poucos a maioria não tem boas memórias da época. Tocávamos muito mal, não tínhamos nada, nem equipamento, tivemos que fazer tudo, ninguém fazia rock, trocar uma ideia COM QUEM? Como fazer algo se não se tem ferramentas e nem se sabe como usá-las? Bom, eu poupava o que dava da minha grana de estudante, vivia à base de Miojo para comprar cordas, altofalantes, cabos, e tudo o mais, tivemos que fazer a bateria, as guitarras, o baixo, tudo. Só não fizemos um som decente. mas está aí a prova, o Sapo existiu mesmo. Obriggs ao Sandoval, e ao Daniel.

Ah, agora que eu vi, o desenho do guitarrista é de autorismo do tio aqui, bem como-lhe o Sapinho.

segunda-feira, 19 de março de 2012

SAPO DE PLÁSTICO



Microdesenhos que fiz para uma capa do CD do Sapo de Plástico, que ainda não saiu. Parto de planeta.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

E O ROCK MORREU MAIS UM POUCO NAQUELE DIA.

Os anais da história do Rock da região desconhecem totalmente a banda Alziras, montada porque tínhamos recebido um convite e não queríamos negacear a gentileza, ensaiamos uma música que eu criei literalmente nas coxas, botei um caderninho sobre elas e escrevi a letra, que dizia "Morro, a cada dia..." juntamos equipamentos e fomos pra uma sala do lado das canchas de bocha do Sete, tudo para uma única apresentação em Arroio do Meio, que estava organizando o festival. Uma banda abriu o show, tocavam tipo Rush, esmerilharam! Depois fomos nós, maincot. Quando terminamos, uma guria na primeira fila disse: Graças a Deus! Em silêncio, eu pensei a mesma coisa. O encerramento foi de um grupo de teatro que dublava Accept com guitarras de papelão, mas a presença de palco deles era dez! Eles deram um show, papelão fomos nós que fizemos!

sábado, 20 de novembro de 2010

EM BANTU: DUIÚ RIMÊMBA?

O som da rua vai sumindo enquanto a gente vai passando no corredor até a porta. Chaves chacoalham fazendo o alarme do silêncio que viria a seguir. No centro da cidade, um antigo escritório, de uma empresa de fumo, que nem existe mais, é aberto após muitos anos fechado.
Imensas salas vazias, estou no Quake, nas paredes as marcas das gentes que fizeram tanto barulho ali dentro, por décadas. Corredores, salas, cozinhas, um labirinto sombrio esquecido, de repente tirado do seu sono por quatro qüeras. O primeiro trouxe um tambor muito grande e uns pequenos, se instalou no fundo da maior sala. O segundo e o terceiro trouxeram instrumentos de corda, um grande e um pequeno. O quarto, um baixinho que mancava, trouxe um pedestal e um instrumentinho minúsculo, onde ele gritava. Cada um fazia uma coisa, mas eles não se achavam em lugar nenhum. O melhor de tudo era que, depois do ensaio, os amigos iam correr com carrinhos de transporte nos pavilhões cheios de sacos de fumo, saltar de pilhas de três em três metros, assim era um ensaio do Sapo de Plástico nos anos oitenta. Não é à toa que a gente não aprendeu a tocar, a gente tava ocupado se divertindo. Na foto, o Bolori, bloco-nave-mãe de bandas como Iuri e Los Capachos, Al-Zeeras e Párias da Sibéria, entre muitas outras.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

EL ANURO DE MATÉLICRA

Atendendo aos meus pedidos, uma música do Sapo de Plástico quando buscava novos rumos, se escolhia entre o ostracismo e o esquecimento.
Arriba!

O ROCK JÁ ESTÁ MORTO FAZ TEMPO, MAS COM UMA MISSA NEGRA BEM CAPRICHADA DÁ PRA BAIXAR A ALMA DELE.

Volta e meia faço uma sessão Mono-Blues, com um vibratinho chulêipa, pra homenagear o defunto. Não é de siri, é de sorá. hehehe. Aqui vai um post que fala sobre uma garéra que fez o seu som e não deu ouvidos à crítica porque tocava muito alto e todo mundo ficava surdo.



Leien mais no VLOG DO BLADI:

http://vladiaz.wordpress.com/2009/07/20/252/