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segunda-feira, 7 de maio de 2012
QUEM SABE?
Não costumo fazer paródias, tipo pegar uma marca famosa e adaptar a algo, mas essa arte eu havia feito há muitos anos e depois perdi o arquivo. Pois agora peguei um par de minutos e aqui está de novo.
Tagando e andando:
Bolori,
Caco,
Daniel,
Iuri,
Rock,
Sandoval,
Sapo de Plástico,
Viet-Nâncio
segunda-feira, 19 de março de 2012
AIMADJINIUS
Bá! Descobri! Ensinar ciência com palavrão e sacanagem!
Pode ser um conto:
A Hipotenusa era uma mulher que não conhecia o prazer. Os dois irmãos Cateto juraram que um dia iriam fazer aquela jovem grega de olhos e cabelos negros e pele da cor da oliva entregar seus segredos.
Ou um estilo mais direto:
Aquele p&^%# do Carbono pegou o Hidrogênio na saída da balada e enfiou o seu C#&^%$ no meio de suas órbitas de elétrons e foi aquele surubão! Ninguém era de ninguém.
hahahaha
A ilustração é de uma série de tichãrtes que bolei para um acampamento que inventei e organizo de 5 em 5 bilhões de anos. Trata-se do BASF, Bolori Acampa Show Fest, que normalmente não tem josta nenhulha. Não avisei que aqui no blog não precisa ter nada a ver com coisa alguma? Mesmo? Jura?
Pode ser um conto:
A Hipotenusa era uma mulher que não conhecia o prazer. Os dois irmãos Cateto juraram que um dia iriam fazer aquela jovem grega de olhos e cabelos negros e pele da cor da oliva entregar seus segredos.
Ou um estilo mais direto:
Aquele p&^%# do Carbono pegou o Hidrogênio na saída da balada e enfiou o seu C#&^%$ no meio de suas órbitas de elétrons e foi aquele surubão! Ninguém era de ninguém.
hahahaha
A ilustração é de uma série de tichãrtes que bolei para um acampamento que inventei e organizo de 5 em 5 bilhões de anos. Trata-se do BASF, Bolori Acampa Show Fest, que normalmente não tem josta nenhulha. Não avisei que aqui no blog não precisa ter nada a ver com coisa alguma? Mesmo? Jura?
Tagando e andando:
Bolori,
Ilustrações
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
VEM AÍ: BOLOTCHMEN
O refeitório lotado da Unisuínos estava em silêncio, após o acidente que vitimou o Dr. Alecsander Sandman. Quem imaginaria que um superfreezer para cerveja pudesse gerar uma explosão daquelas?
De repente, os abridores de garrafas começaram a ficar magnéticos e a flutuar pelo lugar. Raios ultravioleta e arcos voltaicos eletrificaram as pessoas ali presentes, que depararam com um vulto careca, azul-claro, iluminado, flutuando a um metro do chão, nu, mas felizmente o baixo RK assinado pelo Lemmy Kilminster tapava as vergonhas. Venâncio Aires tinha um super-herói para combater os músicos vilões de outras cidades que estavam invadindo os bares e botecos: O Doutor Sandhattan.
No seu porão cheio de equipamentos, o Corucas checava os aparelhos, as ferramentas, mas não saía mais para a rua, desde que os outros heróis se afastaram. Poucos ainda se falavam, outros estavam distantes, física, geográfica ou espiritualmente. Melhor voltar para a sua identidade civil de Maurício, era mais seguro assim.
Mais fechado dentro de si era o Renaschach, um homem perturbado, que sentia a vontade de vingar crimes que a lei não podia ou não conseguia punir. Ele gostaria de engasgar os ignorantes com um dicionário de bolso, de cortar a língua dos fofoqueiros e abrir uma fábrica de croquetes, de abrir mais alguns sorrisos nos corpos dos engraçadinhos de plantão. No entanto, ficava o tempo inteiro alimentando um blog onde ele dava razão aos que chamavam-no de louco.
Na sua torre de marfim, estava o gênio Alexander Vultz, com seu corpo atlético, se considerarmos que sumô é um esporte. O alter-ego do outrora ativo Ozibanhas agora focava seu olhar azul-calçúleo em um ponto espec ífico: O Cornediante.
O Cornediante era imbatível, tinha chistes matadores, retruques aniquilantes e tretruques fatais.
Presente no grupo desde sua fundação, tinha o respeito de todos. Mas o Cornediante tinha descoberto algo que não poderia ser revelado. E isto vai selar seu destino.
Destino, para quem não conhece é o cavalo do Cornediante.
De repente, os abridores de garrafas começaram a ficar magnéticos e a flutuar pelo lugar. Raios ultravioleta e arcos voltaicos eletrificaram as pessoas ali presentes, que depararam com um vulto careca, azul-claro, iluminado, flutuando a um metro do chão, nu, mas felizmente o baixo RK assinado pelo Lemmy Kilminster tapava as vergonhas. Venâncio Aires tinha um super-herói para combater os músicos vilões de outras cidades que estavam invadindo os bares e botecos: O Doutor Sandhattan.
No seu porão cheio de equipamentos, o Corucas checava os aparelhos, as ferramentas, mas não saía mais para a rua, desde que os outros heróis se afastaram. Poucos ainda se falavam, outros estavam distantes, física, geográfica ou espiritualmente. Melhor voltar para a sua identidade civil de Maurício, era mais seguro assim.
Mais fechado dentro de si era o Renaschach, um homem perturbado, que sentia a vontade de vingar crimes que a lei não podia ou não conseguia punir. Ele gostaria de engasgar os ignorantes com um dicionário de bolso, de cortar a língua dos fofoqueiros e abrir uma fábrica de croquetes, de abrir mais alguns sorrisos nos corpos dos engraçadinhos de plantão. No entanto, ficava o tempo inteiro alimentando um blog onde ele dava razão aos que chamavam-no de louco.
Na sua torre de marfim, estava o gênio Alexander Vultz, com seu corpo atlético, se considerarmos que sumô é um esporte. O alter-ego do outrora ativo Ozibanhas agora focava seu olhar azul-calçúleo em um ponto espec ífico: O Cornediante.
O Cornediante era imbatível, tinha chistes matadores, retruques aniquilantes e tretruques fatais.
Presente no grupo desde sua fundação, tinha o respeito de todos. Mas o Cornediante tinha descoberto algo que não poderia ser revelado. E isto vai selar seu destino.
Destino, para quem não conhece é o cavalo do Cornediante.
Tagando e andando:
Bolori
terça-feira, 29 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
CÁS EDUÁS
Este desenho eu fiz enquanto aprendia a usar a tablet pen. O Gordo é o mais novo da turma, era nosso bobinho oficial nas rodinhas de bobinho, sempre perdia quando a gente brincava de pegar, e era o primeiro a ser achado no jogo de esconder. Apesar desta cara de brabo, é um amor de pessoa-gente, querido por todos do Bolori e o resto do universo também. Abraço, Cadí!
Tagando e andando:
Bolori,
Ilustrações
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
FÓRMULA BOLORI
Se o Bolori, como se chama o grupo de amigos do qual acho que ainda participo, corresse em uma categoria do automobilismo, acho que seria esta.
O Bolori já inventou, inclusive, uma categoria: Carro alegórico sem freio no piso molhado tipo sabão.
Alguém tem foto disso?
O Bolori já inventou, inclusive, uma categoria: Carro alegórico sem freio no piso molhado tipo sabão.
Alguém tem foto disso?
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
DOIS PONTO NOVE
Pra comemorar o post 2900, uma volta à infância. Volta é modo de dizer, pois não tenho certeza de ter saído dela. Um cara aqui do Brasil faz "carros com motor para crianças de até 6hp", como se diz. Achei uma graxinha, gostei do site das lambretas dele, mas enquanto criança, prefiro um carro veloz do que bonito. As minhas imbatíveis McLarens de rolimã eram engenharia de competição pura - tinham banco estruturado, eixos polidos, duplo sistema de freio e uma vez arrancaram um pedaço do pé direito do Maurício Lucas contra o reboco do muro na descida dos Fiegenbaum, ou Fincapau, rua Voluntários da Pátria esquina com Julio de Castilhos, Venâncio Aires. Carros número 5 e 1, claro.
Tagando e andando:
Bolori,
LEMBRANÇAS,
Mau Lucas,
Viet-Nâncio
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
QUANDO EM BANDO
Quando me encontro com amigos, quase todos lembram de um e-mail onde eu convidava pra um churrasco, usando aquelas profecias de Nostradamus, ná época se falava muito de fim do mundo (todos sabemos que será em 2012, e a maior prova é que o mundo ainda não acabou).
Eniuêi, eu não tenho mais o original, mas posso emular, ou seja, bancar a mula e ir buscar no Grand Canyon.
Por sobre aquilo que já foi floresta,
Tocados pelas mãos do Deus Vulcano
Seções de um animal que devora a grama
Serão giradas até tontear,
A seguir sendo jogadas sobre uma tábua.
Os que têm almas irmanadas
Trarão suas carcaças ao mesmo lugar
Mil bandas de música tocarão dentro de uma caixinha
E o sumo da cevada, da uva e de uma semente amazônica
Acompanharão o gritedo até o astro-rei surgir.
Eniuêi, eu não tenho mais o original, mas posso emular, ou seja, bancar a mula e ir buscar no Grand Canyon.
Por sobre aquilo que já foi floresta,
Tocados pelas mãos do Deus Vulcano
Seções de um animal que devora a grama
Serão giradas até tontear,
A seguir sendo jogadas sobre uma tábua.
Os que têm almas irmanadas
Trarão suas carcaças ao mesmo lugar
Mil bandas de música tocarão dentro de uma caixinha
E o sumo da cevada, da uva e de uma semente amazônica
Acompanharão o gritedo até o astro-rei surgir.
sábado, 25 de setembro de 2010
CAPÃO NUNCA MAIS, A GRAVAÇÃO, ou CAGADA TWENTY-SIX
Seis meses após chegar em Santa Cruz, eu morava em uma casa grande, e convidei dois parceiros pra dividir o aluguel. Sobrou um quarto junto da cozinha, que eu transformei em estúdio de gravação, aí um dia veio o Sandoval com seu baixo, o Sam e o Bino, de Vênus, e começamos a gravar um disco. Naquele tempo a moda era tomar os SHOTS, um trago de vodka com Teem batido num copo de martelinho. Tenho o áudio em meu iTunes pra provar. Na mesma hora, um dos outros viventes do lugar recebia seus antigos colegas de trabalho num banco, que vieram pra pernoitaren. Gravamos umas cinco ou sete músicas, criadas na hora (Bolori é foda) e capouco eu caio-me duro do trago. Os bolorianos restantes tentam me reanimar, e nada. Colocam o boneco pra dormir no quarto 2, sendo que eu dormia no quarto 1, e vão-se de volta a Venâncio, na Rural do Binokid. Lá pelas tantas eu desperto do coma, resolvo voltar pro meu quarto. Abro a porta e me deparo com um casal - amigos do parceiro do quarto 3 - fazendo o mó sexo no meu colchão de casal! OPA!, Sóre, dei uma boa olhada, pedi desculpas e me fui de volta... hehehehe
quarta-feira, 21 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
TROLOLO MAN COM LEGENDAS
Esse vídeo estourou e respingou até no teto do Bolori Grupos há algumas semanas, cortesia certamente do Vladi, do Preto ou do Sandova, que são os mais antenagens. Bosto aqui com lixendas.
Tagando e andando:
Bolori
domingo, 20 de janeiro de 2008
BOSTAR WARS
Epiçódio I - Tudo de novo again
Há um ano, eu publiquei esta história no meu antigo blog, agora republico só para encher languaces.
BOSTAR WARS
Guêirra das Estrelas Bolorais
Episódio I
Há muito tempo, numa cagáxia distante...
Os dois sóis descem no horizonte do planeta Tira-Tatooine-Donaso, e o jovem Uil Shitkicker volta para casa após um dia de trabalho. No caminho encontra a nave-budega do comerciante Sah-Lim-Barryl, que tem uma oferta para ele: Dois robôs para auxiliar em suas tarefas. O primeiro é alto e com a creca brilhosa, fala pelos cotovelos e se chamava C3-P-HAAS. O outro é baixo e se comunica por ruídos e cheiros esquisitos, e atende pelo nome de P2-F2, e ele prefere ser chamado de "Peidois - Fedois".
Após ser aliviado de todos os seus espaçodólares pelo turcão, Uil leva os robôs para casa e começa a limpá-los. De repente, um deles mostra uma mensagem de socorro de uma garota, dirigida a um homem de nome Tutsy-Wan-Kenojo. Uil ouvira falar no vilarejo junto ao espaçoporto de alguém com esse nome, um cavaleiro Jebi (Jebái) que morava nas montanhas, além da área dominada pelo Povo do Dejeto. Uil pega seu carro voador movido a metanol de rabanete espacial, que também servia para abastecer o robô P2-F2, e foi para as montanhas encontrar o cavaleiro que a mensagem mencionava.
Ao encontrar o velho Tutsy, este reconheceu os robôs como amigos de longas datas, mas reclamou que a mensagem havia sido gravada sobre seus filminhos pornôs de Alebaban-6. Unido o grupo, o próximo passo é encontrar um piloto e uma nave para saírem em resgate. Num buteco do Espaçoporto Seco uma briga chama sua atenção, e eles vêem o piloto Sand Holas dando uma voadeira no pescoço de um Gnort. Como eu sei que era um Gnort? É que este foi exatamente o barulho que ele fez ao ser atingido pelo gadanho do piloto. Uil e o véio Jebi explicam a situação a Sand Holas, que topa o serviço e chama seu co-piloto: Knipbacca, um ser peludo e completamente coberto de pêlos, e que segundo consta é um baita dum Jebi também.
O grupo se dirige ao espaçoporto e entra na nave Millene Bruxel, dirigindo-se à cidade dos Nuvis, para encontrar um grande amigo do mestre Jebi, que é Lando Catician. Este, a contragosto, leva o grupo a uma sala nos fundos, onde estão os Stormchuppers, soldados do Impeido, juntamente com o terrível Vlarth Azereider, que prendem nossos heróis. Apenas Uil Shitkicker escapa, pega a nave e dirige-se para o planeta pantanoso de Catotus-5. Lá, encontra o mestre Yodetto, que lhe ensina os segredos dos cavaleiros Jebi.
Uil agora ruma ao planeta onde estão seus amigos, prisioneiros do terrível Jabba The Schultz. Protegido por Bobba Bett, o perseguidor de perseguidas, Jabba tem uma dívida não paga com Sand Holas, e para se vingar prende o piloto em um bloco de Carburita. Uil chega disfarçado de homem, dá um piti geral, pega sua espadinha de raios láisers e quebra tudo no cafofo do Jabão. Reunida novamente a patota, é hora de enfrentar a arma definitiva do Impeido: A Estrela da Morfa.
A Estrela da Morfa fica perto da lua de Eido, onde vivem simpáticas criaturas peludas e gorduchotas, os Ceroks. Rapidamente, e com farta distribuição de camisas vermelhas entre a população local, Uil e sua trupe conquistam a simpatia dos Ceroks. Com sua ajuda, desligam o campo de força da estrela da Morfa, e assim podem entrar no complexo para destruí-lo.
No interior das instalações, estranhamente perfumado e com música de elevador espacial, Uil, Sand Holas, Knipbacca, C3-P-HAAS, P2-F2 e Tutsy-Wan-Kenojo procuram pela Princesa, que se chama Leura. No entanto, o impeidador Maurucas Lício está na Estrela da Morfa, e envia Vlarth Azerêider e o assassino free-lance Cac-Villeneuve para dizimar o pelotão de ataque dos rebeldes. No corredor das celas, tem início o combate. Uil pega seu sabre de luz cor-de-rosa e arrebenta a porta da prisão da Princesa Leura. Como estão cercados por tropas do Impeido, nossos heróis entram na cela para dali abrir um caminho para a liberdade. Com uma granada de impacto gasosa, fornecida por P2-F2, conseguem derrubar a parede e caem no depósito de lixo da nave, aliviados porque o cheiro ali era bem menor que o da granada cósmica do pequeno robô. A gosma gosmenta no piso do depósito despertou uma lembrança em Uil, ao pensar que seu amigo do planeta Nova-Schin-Calhada, o poderoro Bino-Kido poderia usá-la para preparar sorvete espacial atômico, sua especialidade.
De volta ao espaçoporto, a tropa consegue chegar à sua nave, não sem antes Tutsy-Wan-Kenojo ser desafiado por Vlarth Azerêider para um duelo de piadas laser. Como Tutsy está velho e brocha, Vlarth vence, pois tem um arsenal infindável de chistes siderais. no entanto, este duelo libera a nave de resgate rebelde, todos colocam seus trajes espaciais e suas sainhas e gravatinhas de colégio mexicano - eu disse que todos eram rebeldes, não disse? - e com uma dancinha, coreografam um tchauzinho antes de entrar na velocidade Wando - Você é lãsch. Eles partem não sem antes P2-F2 deixar uma granada de efeito aromático e que solta pêlos por todo o lado, congestionando os sistemas da Estrela da Morfa, que entra em colátso e explode.
No Planeta Pan-Turr, na sede do exército rebeldinho, blue chickens oriundas do sistema solar de Pat-Quack-Duck são tonteadas sobre brasas chispantes, quando os aspersores de cerveja espacial K-Iser são ligados, e todos comemoram se abraçando e esfregando-se languidamente, enquanto esperam a transmissão da final do campeonato Libertadores da Galáxia, entre Interuniversal e Galaxêmio.
Ao final deste jogo, o tempo vai esquentar, todos irão sair no braço, no tentáculo, na prótese articulada e no membro biônico, mas isto já é outra história.
FIMMMMMMMMM
Há um ano, eu publiquei esta história no meu antigo blog, agora republico só para encher languaces.
BOSTAR WARS
Guêirra das Estrelas Bolorais
Episódio I
Há muito tempo, numa cagáxia distante...
Os dois sóis descem no horizonte do planeta Tira-Tatooine-Donaso, e o jovem Uil Shitkicker volta para casa após um dia de trabalho. No caminho encontra a nave-budega do comerciante Sah-Lim-Barryl, que tem uma oferta para ele: Dois robôs para auxiliar em suas tarefas. O primeiro é alto e com a creca brilhosa, fala pelos cotovelos e se chamava C3-P-HAAS. O outro é baixo e se comunica por ruídos e cheiros esquisitos, e atende pelo nome de P2-F2, e ele prefere ser chamado de "Peidois - Fedois".
Após ser aliviado de todos os seus espaçodólares pelo turcão, Uil leva os robôs para casa e começa a limpá-los. De repente, um deles mostra uma mensagem de socorro de uma garota, dirigida a um homem de nome Tutsy-Wan-Kenojo. Uil ouvira falar no vilarejo junto ao espaçoporto de alguém com esse nome, um cavaleiro Jebi (Jebái) que morava nas montanhas, além da área dominada pelo Povo do Dejeto. Uil pega seu carro voador movido a metanol de rabanete espacial, que também servia para abastecer o robô P2-F2, e foi para as montanhas encontrar o cavaleiro que a mensagem mencionava.
Ao encontrar o velho Tutsy, este reconheceu os robôs como amigos de longas datas, mas reclamou que a mensagem havia sido gravada sobre seus filminhos pornôs de Alebaban-6. Unido o grupo, o próximo passo é encontrar um piloto e uma nave para saírem em resgate. Num buteco do Espaçoporto Seco uma briga chama sua atenção, e eles vêem o piloto Sand Holas dando uma voadeira no pescoço de um Gnort. Como eu sei que era um Gnort? É que este foi exatamente o barulho que ele fez ao ser atingido pelo gadanho do piloto. Uil e o véio Jebi explicam a situação a Sand Holas, que topa o serviço e chama seu co-piloto: Knipbacca, um ser peludo e completamente coberto de pêlos, e que segundo consta é um baita dum Jebi também.
O grupo se dirige ao espaçoporto e entra na nave Millene Bruxel, dirigindo-se à cidade dos Nuvis, para encontrar um grande amigo do mestre Jebi, que é Lando Catician. Este, a contragosto, leva o grupo a uma sala nos fundos, onde estão os Stormchuppers, soldados do Impeido, juntamente com o terrível Vlarth Azereider, que prendem nossos heróis. Apenas Uil Shitkicker escapa, pega a nave e dirige-se para o planeta pantanoso de Catotus-5. Lá, encontra o mestre Yodetto, que lhe ensina os segredos dos cavaleiros Jebi.
Uil agora ruma ao planeta onde estão seus amigos, prisioneiros do terrível Jabba The Schultz. Protegido por Bobba Bett, o perseguidor de perseguidas, Jabba tem uma dívida não paga com Sand Holas, e para se vingar prende o piloto em um bloco de Carburita. Uil chega disfarçado de homem, dá um piti geral, pega sua espadinha de raios láisers e quebra tudo no cafofo do Jabão. Reunida novamente a patota, é hora de enfrentar a arma definitiva do Impeido: A Estrela da Morfa.
A Estrela da Morfa fica perto da lua de Eido, onde vivem simpáticas criaturas peludas e gorduchotas, os Ceroks. Rapidamente, e com farta distribuição de camisas vermelhas entre a população local, Uil e sua trupe conquistam a simpatia dos Ceroks. Com sua ajuda, desligam o campo de força da estrela da Morfa, e assim podem entrar no complexo para destruí-lo.
No interior das instalações, estranhamente perfumado e com música de elevador espacial, Uil, Sand Holas, Knipbacca, C3-P-HAAS, P2-F2 e Tutsy-Wan-Kenojo procuram pela Princesa, que se chama Leura. No entanto, o impeidador Maurucas Lício está na Estrela da Morfa, e envia Vlarth Azerêider e o assassino free-lance Cac-Villeneuve para dizimar o pelotão de ataque dos rebeldes. No corredor das celas, tem início o combate. Uil pega seu sabre de luz cor-de-rosa e arrebenta a porta da prisão da Princesa Leura. Como estão cercados por tropas do Impeido, nossos heróis entram na cela para dali abrir um caminho para a liberdade. Com uma granada de impacto gasosa, fornecida por P2-F2, conseguem derrubar a parede e caem no depósito de lixo da nave, aliviados porque o cheiro ali era bem menor que o da granada cósmica do pequeno robô. A gosma gosmenta no piso do depósito despertou uma lembrança em Uil, ao pensar que seu amigo do planeta Nova-Schin-Calhada, o poderoro Bino-Kido poderia usá-la para preparar sorvete espacial atômico, sua especialidade.
De volta ao espaçoporto, a tropa consegue chegar à sua nave, não sem antes Tutsy-Wan-Kenojo ser desafiado por Vlarth Azerêider para um duelo de piadas laser. Como Tutsy está velho e brocha, Vlarth vence, pois tem um arsenal infindável de chistes siderais. no entanto, este duelo libera a nave de resgate rebelde, todos colocam seus trajes espaciais e suas sainhas e gravatinhas de colégio mexicano - eu disse que todos eram rebeldes, não disse? - e com uma dancinha, coreografam um tchauzinho antes de entrar na velocidade Wando - Você é lãsch. Eles partem não sem antes P2-F2 deixar uma granada de efeito aromático e que solta pêlos por todo o lado, congestionando os sistemas da Estrela da Morfa, que entra em colátso e explode.
No Planeta Pan-Turr, na sede do exército rebeldinho, blue chickens oriundas do sistema solar de Pat-Quack-Duck são tonteadas sobre brasas chispantes, quando os aspersores de cerveja espacial K-Iser são ligados, e todos comemoram se abraçando e esfregando-se languidamente, enquanto esperam a transmissão da final do campeonato Libertadores da Galáxia, entre Interuniversal e Galaxêmio.
Ao final deste jogo, o tempo vai esquentar, todos irão sair no braço, no tentáculo, na prótese articulada e no membro biônico, mas isto já é outra história.
FIMMMMMMMMM
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