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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

ON THE AIR

Uma vez eu peguei as caixas do meu três-em-um e montei uma mesa de mixagem no porão de casa, coloquei uma placa sobre a luz onde dizia NO AR.
Era uma porcaria de som, mais umas caixas que mandei fazer na marcenaria do... do... ajuda ae... no fim da Coronel Agra com a Salvador Stein Goulart... Petry... Mitter... o Cezinha Castro estava lá na última vez que lá estive... eniuey, eu imitava os imitadores de imitadores, tava bom assim. Um dia, resolvi que tocar música não era o mesmo que apertar o play. Mas isso sou eu que acho.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

ESCULTURAS DE AR

Uma vez estavam entrevistando o Frank Zappa e ele disse: Vocês não estão entendendo, eu sou um escultor!
Escultor, perguntaram os jornalistas, o senhor não é um guitarrista?
Não, respondeu ele, por trás do bigode, eu esculpo as massas de ar que saem dos altofalantes.

Esta é a vista da minha mesa de trabalho.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

QUEM SABE?

Não costumo fazer paródias, tipo pegar uma marca famosa e adaptar a algo, mas essa arte eu havia feito há muitos anos e depois perdi o arquivo. Pois agora peguei um par de minutos e aqui está de novo.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

FOI PRO JACKO

Quando bateu as botinas cobertas de lantejoulas o Maiquelgéquisson, eu cometi essa abobrinha aí de cima. Ou de baixo, não sei como esse blog monta as cousas. Mas não aguento esses negócios de rei disso e daquilo, quem precisa de rei é índio. Só depois de finado, porque afinado ele sempre foi, soube-se de sua obsessão pelo Prince. Suspeitei imediatamente (como havia suspeitado na época) que ele havia comprado o nome, que o Prince parou de usar,  para batizar - e já fazer uma marca registrada para a futura carreira musical do herdeiro -  o filho. Se chamou o filho de príncipe, é porque se achava rei? Depois deu o nome de Blanket (cobertor) para outro. Indabem que parou por aí, magina se sai a Colcha Jackson, o Travesseiro de Penas de Ganso Jackson, e o Box Spring Jackson. Ei, esse último vou registrar.

segunda-feira, 26 de março de 2012

RH2O

Show do Roger Waters, segue minha resenha:

Quase tudo configurado para não parecer digital, muito importante. O sincronismo som-imagem nota 10 fraco, teve alguns tchuns e tchás importantes que não tiveram destaque, assim como no filme. A banda afiada, o segundo vocalista escorregou umas duas vezes, as crianças do Brasil fizeram um belo timbre.




Alguns elementos cenográficos, como o avião caça da segunda guerra em meia escala que cai numa tirolesa da torre de iluminação até o palco, ficaram toscos diante da tela de 127 metros. O som do avião passando no surround de 6 canais fez todo mundo virar a cabeça e o helicóptero, quinze minutos depois, torcicolo de novo. Como somos bobos.
Todos os patrocínios do estádio foram tapados com lonas e panos.

A mensagem THE WALL está fraca e perdida, critica um mundo de consumismo para uma platéia com 100% de celulares e cameras digitais gravando o show. Mostra bombardeiros – outra coisa fora de moda em tempos de guerra cirúrgica com visão noturna e monitoramento por satélite – soltando marcas – shell, mercedes, macdonalds, e símbolos religiosos – a cruz, a estrela de davi, o crescente do islã. Algums daquelas figuras são sonhos de consumo da plateia.

O isolamento existe, a internet é a ferramenta perfeita para se isolar, mas como o sr. Águas, estamos cada vez mais isolados, mas estamos também mais exibidos, gostando de nós mesmos, mudando o que não se gosta, podemos ser abobados, mas também estamos fazendo em grande escala algo que só poucos podiam fazer: um mundo de acordo com o que queremos. A pilha de lixo para se gerar esse luxo será tão alta que o Everest servirá como escadinha para os alpinistas.
Ele também falou com uma emoção sobre o Jean Charles para uma turma que tava cagando se o Jean Charles era brasileiro, se levou um tiro ou um cabo de vassoura no rabo, que assunto mais jaéra. Por que não bota a foto de uma gostosa na tela?
Os bonecos são muito legais, com efeitos e até neon, o lance da parede cair, tudo legal. Mas o que mais gostei foi que vi meu bruxo G.E.Smith na banda! Resumindo, foi isso. Oye!

quinta-feira, 1 de março de 2012

CAPÃO NUNCA MAIS - CACEQUI 3

Aqui está a arte que bolei para a Banda Capão Nunca Mais, seu terceiro álbum intitulado "Cacequi 3".
Utilizei elementos dos elementos, informações internas, de cocheira, extraídas à base de muita ameaça e alguns copos de Quik Morango gelado. O símbolo original é uma chave, que em matemática significa "estar dentro ou pertencer a um grupo". O número 3 assemelha-se à letra B, de Bolori, grupo originaldo da tropilha. Também lembra outra coisa, que não preciso dizer qual é, todo mundo menos o Régis Bohn tem. O fundo escuro e a figura central evocam nossa solidão em  meio a um universo desconhecido e ameaçador. E fica legal pracariba.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

RH2O

sábado, 26 de novembro de 2011

EU SEI O RESULTADO DA MEGA-SENA

Em Musicland, o resultado da Mega-Sena vai ser este, no próximo sorteio:
A# - C - E - F# - G - G#

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

SACCA O MACCA?

Uma das ranhosidades mais fortes dos Beatles é que eles não podiam espiroquear no estúdio, os equipamentos eram todos lacrados, o volume tinha um cadeado no 5. Paul reclamava que os discos americanos arrebentavam os altofalantes das vitrolas porque eram gravados com mais dinâmica, mesmo que distorcesse um pouco em alto volume. O George Martin e os funcionários de guarda-pó marrom impecável em seu estúdio da Abbey Road tinham arrepios e davam pequenos espirros só de pensar em esquentar as válvulas demais, o estúdio era o melhor, mas foi criado para gravar as orquestras, que vendiam mais discos naquela época. - Nota: Tocando arranjos para Sinatra, Dean Martin, trilhas de filmes.
Uma cena célebre foi quando o John Lennon arrancou uma proteção de um amplificador e aumentou a voltagem no varistor da fonte retificadora, feita com válvula, pra sujar o som. No outro dia o técnico auxiliar recolocou a proteção, mas deixou a regulagem do Lennon.
Com essa - mais essa - obsessão, Paul chegou a contratar o produtor Phil "wall of sound" Spector, cujo nome já era cartão de visitas. Poupa papel. Nada, os Beatles nunca tiveram dinâmica no som deles. E isso que eles eram pretty goods tocando os clássicos do blues.

TR3S P.NTO C5NCO

Chegamos, aqui, eu e tu, aos 3.500 posts nesse blog. Eu planejei fazer 3.650 posts e fechar a conta. Planejou, tem que fazer, nem que seja pra chacoalhar as fundações.

The bricks and mortars
Have all given way
At first they resisted
But then they began to sway

How can you say
The future
In the palm of your hands.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

E O ROCK MORREU MAIS UM POUCO NAQUELE DIA.

Os anais da história do Rock da região desconhecem totalmente a banda Alziras, montada porque tínhamos recebido um convite e não queríamos negacear a gentileza, ensaiamos uma música que eu criei literalmente nas coxas, botei um caderninho sobre elas e escrevi a letra, que dizia "Morro, a cada dia..." juntamos equipamentos e fomos pra uma sala do lado das canchas de bocha do Sete, tudo para uma única apresentação em Arroio do Meio, que estava organizando o festival. Uma banda abriu o show, tocavam tipo Rush, esmerilharam! Depois fomos nós, maincot. Quando terminamos, uma guria na primeira fila disse: Graças a Deus! Em silêncio, eu pensei a mesma coisa. O encerramento foi de um grupo de teatro que dublava Accept com guitarras de papelão, mas a presença de palco deles era dez! Eles deram um show, papelão fomos nós que fizemos!

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

GRANDES MOMENTOS DO ROCK

No filme The Blues Brothers, diálogo.

- Temos poucos guitarristas, precisamos de mais!
Fui ouvir a fundo e vi que a bluesfunkysoulmusic tem várias linhas de guitarras, como são as partituras de orquestras, um faz -tchu-tchup-tchuptchuá, a outra nhico-nhico-nhico, mais uma sai com um turim-turim e a banda do filme chegou a ter três caras tocando guitarra ao mesmo tempo. Tcha-rããããn! Scutuplá!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

DIFFICULT TO HEAL

Tá difícil postar aqui. Tá difícil viver, o trabalho domina este corpo, quase que totalmente movido a pão e café. Bambora, como diria a cabeleireira que topou alisar a lanugem do moço da foto, é barbadilha!

domingo, 18 de setembro de 2011

RANDOLPH FROM MIDGARD

Seguinte, vou começar chamando os inimigos e declarando que o rock é o maior reduto dos cintura-dura, aquele cara que quer fazer música e não quer rebolar porque vai pro saco a reputação de machudo, vai fazer rock. No entanto, temos uns centroavantes dançarinos no front do palco eterno que tiram os zagueiros para o baile na fina arte da guitarra, a Asgard das seis cordas, começando pelo Odin- Jimi Hendrix, aquele que ouvia o corvo, depois o Thor seria o Eddie Van Halen, com seus hammer-on, seu irmão Loki-porque-entrou-no-avião Randy Rhoads, deuses que dominam a sacudidela chirispante que poucos desfrutam. Tocam rebolando mas fica legal. Quem quiser que duvide. Desconte o timbre e ouça as notas, apenas.

TESLA & THEREMIN

Nikola Tesla podia ter ficado rico. Houve uma concorrência, no século retrasado, onde se estabeleceria qual tipo de energia iria passar pelos postes de todas as cidades do mundo. Tesla queria a corrente alternada - corrigido por leitor que não se identificou, valeu! -, ao contrário da contínua do cabeção Edison, com menos interferência, que os computadores usam, mas complicada para transportar a grandes distâncias. Ganhou a corrente alternada, que é o padrão até hoje. Só que o pateta do Nicola vendeu os direitos sobre a patente para a Westinghouse, eita mosca! Não foi dessa vez que ele ficou rico - briggs ao leitor desconhecido novamente - Tesla era um pesquisador de um monte de coisas, inclusive de outras dimensões. Ele achava que com aparelhos que gerassem um determinado campo magnético, poderia falar com os mortos e ver se eles poderiam dizer o resultado da mega sena. Como não conseguiu, não ficou rico. Eu sou um entusiasta dos campos magnéticos, desde esse aqui que evita que tu e o teu note voem para o espaço sideral, como também as sutis emanações eletromagnéticas dos meus neurônios enquanto eu escrevo isso aqui: ygdjhsdjhfgddhjkhdiuhdiuhvjfd e dou uma bela risada.
No vídeo, outro louquinho, Leon Theremin, inventor de um aparelho que emite um campo magnético e capta interferências nele, uma espécie de radar, como a menina que coloca a mão no ar. Veijam.

sábado, 10 de setembro de 2011

É AQUELE GORDINHO ALI, SEU GUARDA, PODE BOTAR ELE NO LIVRO.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

UMA BRASA, MORA


Roubei do Gomalino, não ee o meu estilo de música predileto, mas aprecio o movimento que mexeu inclusive com a minha vida, gente que se expôs ao ridículo e fez sua história.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

VIOLA DE MODA

Faço questão de dizer minha teoria de que o Michael Jackson comprou o nome do Prince naquele episódio. É fato biografado que o caçula dos Jacksons tinha fixação no Prince, que é um talento realmente mais desenvolvido que o MJ, ele além de cantar toca e arranja, é excelente guitarrista e rayto de estúdio, bem mais completo, perdoem-me os fão do Jacko, eu sou também, mas o Prinção é um fodoso, apesar de ser falafina e baixoto.
Tenho um disco, Crystall Ball em que ele toca tudo no violão, um pouco duro, pode-se notar, mas vale pela pegada.
Aliás, violão é um instrumento para todos, mas só poucos tiram "o" som dele:
Elliott Smith, um dos melhores.
Pete Townshend - nos discos do Who ele dublava a guitarra com um aço.
Warren Haynes
Nick Drake
João Bosco
Andrés Segovia
pra não entrar no reino do Michael Hedges e do Andreas Vollenweider, da moderna Kaki King nem dos shredders-fritadores Paco de Lucia, Al di Meola, Steve Morse, e o Yamandú Costa, claro.

sábado, 13 de agosto de 2011

CRI-CREAM

Me chamou a atenção a clareza destas cenas, parece que foram gravadas dias atrás.
Dica do Drurys, que tem um baixo desses, e eu tenho um amigo que é fissurado nesta máquina. Estou tramando para juntar os dois, o baixo e o amigo...

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

GENE KRUPA