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sexta-feira, 24 de agosto de 2012
quarta-feira, 7 de março de 2012
PRESTENÇÃO
Nem vou falar que a gente não presta atenção em 99% das coisas que acontecem dentro de nós, e menos ainda na nossa cara. Os Russos, em pesquisas que nem quero imaginar como foram feitas, afirmaram que são momentos em que somos governados pelo nosso inconsciente. Vou além, tu só é consciente quando presta atenção na tua respiração, de outra forma tua mente está soltinha tipo pipa depois de perder na batalha do cerol. Isso não é ruim, ok? Ei, ei! Aloooou!
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sexta-feira, 2 de março de 2012
CARRO COMESTÍVEL
Inventei o carro comestível: Ele leva você até seu destino, e ao chegar não precisa ficar procurando vaga para estacionar, basta comer o seu carro! Ele será comercializado nos sabores Costelinha de Porco com Açaí, Repolho com Ovo e Doce de Feijoada. Batatas fritas são opcionais.
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
6- PACK
Sinto muito, eu confundo algumas coisas do mundo real com o imaginário. Mas também, olha a cerveja que tem para vender aqui!
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Histórias Desinteressantes,
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Nada
sábado, 31 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
POSTAR PRA NÃO MORRER - 2
Puxa, blog, continua vivo, aguenta mais um pouquinho. Estamos finalizando a casa na chácara e poder-ei postar de lá, piridoidices mil para vosso gáudio e regozijo gozoso. Juro, essa imagem estava numa pasta aleatória que abri para procurar uma imagem.
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011
UM + 1
Ideia zero pra mim e milhões para quem usar:
Já encheu o saco do mouse que tem que ir lá no menu, ou acertar o quadradinho com um xis dentro?
Um dia você vai ter o...
Mouse com acelerômetro!
Ele usa o mesmo sistema que já é comum em celulares, como iPhone, alguns Nokia e Sony Ericsson.
Assim, o computador pode detectar os movimentos e interpretar como ordens.
Se surgir uma pop-up, basta mover rapidamente o mouse para o lado, sem clicar nem nada, e a indesejável vira descartável. Sem precisar fazer pontaria, achar o quadradinho.
O cara pode escrever com o mouse, o computador transforma em texto, já tenho esse programa funcionando para minhas pen-tablets. E o mouse nem precisa ser sobre uma superfície. E pode ser utilizado como um Wii.
O que esse pessoal da Apple tá fazendo, poramordocôd! Acorda ae! Êta gente sem atitude, inventam umas coisinhas e se largam nas cordas.
Eu quero o meu!
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domingo, 6 de novembro de 2011
MAKING OF MAKING
Poucos sabem, porque acabei de descobrir agorinha mesmo, que Making Of é abreviatura de Making Of Making, facilmente traduzido como " A fazeção da feitura".
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domingo, 30 de outubro de 2011
ÀS VEZES
Às vezes a fruta com um machucado é a mais doce.
Às vezes o peso das correntes torna o prisioneiro mais forte que elas.
Às vezes o grande foge da sombra do pequeno.
Mas nem sempre, só às vezes.
sábado, 15 de outubro de 2011
PESSOAS DESCARTÁVEIS
Ouvi uma expressão dia desses de um amigo que ficou ecoando entre as minhas escamas.
"Essas são pessoas descartáveis, gostam de música que amanhã saiu de moda, usam roupas feitas aos milhares num fundo de quintal, e por aí vai..."
Eu escutei essa expressão, fiquei quietinho, mamãe me ensinou, enquanto o outro fala.
Um amigo meu me diz que eu tenho uns exemplos nada a ver para as coisas que quero expressar, razão pra ele, mas bananeira não dá laranja.
Historinha número um:
Na rua sem calçamento em frente à casa onde morei na infância, quando chovia, formava-se uma grande poça de água. devia ter uns cinco metros de largura com vinte centímetros de profundidade, a gurizada pegava suas "biticlecas" e passavam correndo por ela, jogando água para os lados.
Um dia, começou a chover, corri pra casa, peguei a bici da minha irmã, uma Monareta vermelha cheia de franjas no chassi e canutilhos nos raios, e fui para a poça! Hoje eu, o menorzinho, ia chegar primeiro!
E cheguei! Mas ao estar ali, sozinho, não consegui brincar, fiquei parado, olhando a poça, algo estava diferente. Os outros começaram a chegar e pararam do lado, estranhando minha cara, na chuva.
Foi quando veio o maiorzão, aquele que batia e desbatia em todo mundo, me empurrou pro lado e com a língua dobrada entre os dentes, entrou na poça empinando sua Odomo. Quando a roda da frente tocou o centro da poça, afundou direto! E o magrão também! Tudo sumiu! Silêncio! Olhei em volta, todo mundo estava com o rosto branco e imóvel, até que o nosso amigo sai tossindo e cuspindo água, com a bicicleta quebrada no garfo e sem uma roda. Um cano de esgoto tinha se rompido com a chuva anterior e ficou um buracão embaixo da rua, com a água desta nova chuva, tudo aluiu, desmoronou e ficou uma piscina mortal.
Historinha número dois:
Outro amigo sempre me malha porque vivo falando dessa viagem de 15 dias em que fiquei no Rio, na casa do meu tio e padrinho Lenor, hoje vivo dentro dos corações, mas é só o que eu tenho pra contar, o que é diferente do que todo mundo conhece aqui.
Eu fiquei na Pavuna, bairro de São João de Meriti, a famosa Baixada Fluminense, na época berço do tráfico e violência.
O que eu vi: Os adultos conversavam com as crianças, mesmo que não fossem seus parentes, inclusive, todos se preocupavam com todos, com o bem-estar mesmo, não para saber fofocas, como é costume em alguns lugares. Os índios vivem assim, todos se cuidam.
Havia uma casa onde não se podia brincar. Ninguém morava nela, era uma casa bonita e bem-feita, mas era rota de fuga do traficante da região e todos sabiam, inclusive crianças de 5 anos.
O traficante era figura comum na comunidade, se pegava ficha para ir no INPS, ou SUS, ele arranjava cadeiras de rodas, colchão de água para a vovó com dor nas costas e por aí vai.
O bairro era de casas boas, de alvenaria, com terreno. Nunca vi favela lá.
Todas as casas tinham uma ou duas casas de fundos, igualmente bem construídas.
As pessoas não tinham TV em algumas casas, mas a Eletrola, do tamanho de um balcão reluzia na sala, com a tulha aberta sorrindo com dentes dos discos do Roberto Carlos, Odair José. Som todos tinham.
Descartáveis? Eu me toquei que tudo o que eu chamo o outro, estou dizendo isso para mim. se ele é um merda, eu e ele somos da mesma raça, somos dois merdas então.
Eu tenho um defeito: acho tudo interessante e creio firmemente que um roteiro ganhador de Oscar pode ser escrito a partir daquele seu vizinho sem graça que fuma cigarros baratos, recicla a erva do chimarrão e usa o mesmo casaquinho cinza todo inverno há 15 anos.
Não existem pessoas desinteressantes. É o observador que não sabe regular o microscópio.
Não existe coisa sem gosto, é o paladar que não foi treinado.
O que mais vejo é gente que não quer crescer. Se ouvem alguém falando em uma língua que não entende, então o que se está dizendo é besteira, blábláblá. Eu costumava ficar indignado ao ver as pessoas zombando do conhecimento, hoje eu vejo que elas fazem isso por vergonha, convenceram-se de que nunca terão cultura, e não é fácil conseguir, não, seu João.
Pois que seja. Até isso é interessante. rendeu um post que curti fazer. Aaaahhhhhh.
"Essas são pessoas descartáveis, gostam de música que amanhã saiu de moda, usam roupas feitas aos milhares num fundo de quintal, e por aí vai..."
Eu escutei essa expressão, fiquei quietinho, mamãe me ensinou, enquanto o outro fala.
Um amigo meu me diz que eu tenho uns exemplos nada a ver para as coisas que quero expressar, razão pra ele, mas bananeira não dá laranja.
Historinha número um:
Na rua sem calçamento em frente à casa onde morei na infância, quando chovia, formava-se uma grande poça de água. devia ter uns cinco metros de largura com vinte centímetros de profundidade, a gurizada pegava suas "biticlecas" e passavam correndo por ela, jogando água para os lados.
Um dia, começou a chover, corri pra casa, peguei a bici da minha irmã, uma Monareta vermelha cheia de franjas no chassi e canutilhos nos raios, e fui para a poça! Hoje eu, o menorzinho, ia chegar primeiro!
E cheguei! Mas ao estar ali, sozinho, não consegui brincar, fiquei parado, olhando a poça, algo estava diferente. Os outros começaram a chegar e pararam do lado, estranhando minha cara, na chuva.
Foi quando veio o maiorzão, aquele que batia e desbatia em todo mundo, me empurrou pro lado e com a língua dobrada entre os dentes, entrou na poça empinando sua Odomo. Quando a roda da frente tocou o centro da poça, afundou direto! E o magrão também! Tudo sumiu! Silêncio! Olhei em volta, todo mundo estava com o rosto branco e imóvel, até que o nosso amigo sai tossindo e cuspindo água, com a bicicleta quebrada no garfo e sem uma roda. Um cano de esgoto tinha se rompido com a chuva anterior e ficou um buracão embaixo da rua, com a água desta nova chuva, tudo aluiu, desmoronou e ficou uma piscina mortal.
Historinha número dois:
Outro amigo sempre me malha porque vivo falando dessa viagem de 15 dias em que fiquei no Rio, na casa do meu tio e padrinho Lenor, hoje vivo dentro dos corações, mas é só o que eu tenho pra contar, o que é diferente do que todo mundo conhece aqui.
Eu fiquei na Pavuna, bairro de São João de Meriti, a famosa Baixada Fluminense, na época berço do tráfico e violência.
O que eu vi: Os adultos conversavam com as crianças, mesmo que não fossem seus parentes, inclusive, todos se preocupavam com todos, com o bem-estar mesmo, não para saber fofocas, como é costume em alguns lugares. Os índios vivem assim, todos se cuidam.
Havia uma casa onde não se podia brincar. Ninguém morava nela, era uma casa bonita e bem-feita, mas era rota de fuga do traficante da região e todos sabiam, inclusive crianças de 5 anos.
O traficante era figura comum na comunidade, se pegava ficha para ir no INPS, ou SUS, ele arranjava cadeiras de rodas, colchão de água para a vovó com dor nas costas e por aí vai.
O bairro era de casas boas, de alvenaria, com terreno. Nunca vi favela lá.
Todas as casas tinham uma ou duas casas de fundos, igualmente bem construídas.
As pessoas não tinham TV em algumas casas, mas a Eletrola, do tamanho de um balcão reluzia na sala, com a tulha aberta sorrindo com dentes dos discos do Roberto Carlos, Odair José. Som todos tinham.
Descartáveis? Eu me toquei que tudo o que eu chamo o outro, estou dizendo isso para mim. se ele é um merda, eu e ele somos da mesma raça, somos dois merdas então.
Eu tenho um defeito: acho tudo interessante e creio firmemente que um roteiro ganhador de Oscar pode ser escrito a partir daquele seu vizinho sem graça que fuma cigarros baratos, recicla a erva do chimarrão e usa o mesmo casaquinho cinza todo inverno há 15 anos.
Não existem pessoas desinteressantes. É o observador que não sabe regular o microscópio.
Não existe coisa sem gosto, é o paladar que não foi treinado.
O que mais vejo é gente que não quer crescer. Se ouvem alguém falando em uma língua que não entende, então o que se está dizendo é besteira, blábláblá. Eu costumava ficar indignado ao ver as pessoas zombando do conhecimento, hoje eu vejo que elas fazem isso por vergonha, convenceram-se de que nunca terão cultura, e não é fácil conseguir, não, seu João.
Pois que seja. Até isso é interessante. rendeu um post que curti fazer. Aaaahhhhhh.
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quinta-feira, 13 de outubro de 2011
A MÁQUINA DO TEMPO EXISTE E É DE GRAÇA
É bem simples: Quer ver como a gente vai ser no futuro? Viaja para os Estados Unidos.
Quer ver como a gente foi no passado? Vai para a Índia.
Achou difícil? Então apenas conversa com alguém mais rico e mais pobre que tu. Pode ser da tua cidade, da tua rua, do teu quarteirão, não importa, basta tu querer ouvir que as pessoas te contam tudo o que elas sabem. Mas ninguém mais quer ouvir nada, algo se moveu.
Einstein estava certo: Tudo o que se move altera o tempo. E nada fica parado.
Quer ver como a gente foi no passado? Vai para a Índia.
Achou difícil? Então apenas conversa com alguém mais rico e mais pobre que tu. Pode ser da tua cidade, da tua rua, do teu quarteirão, não importa, basta tu querer ouvir que as pessoas te contam tudo o que elas sabem. Mas ninguém mais quer ouvir nada, algo se moveu.
Einstein estava certo: Tudo o que se move altera o tempo. E nada fica parado.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
ABOTOÁRIO: ZÉ E A CABRITA
Um dos caras mais engraçados deste mundo, foi ser do outro. Zé Vasconcelos, 85 anos, era um dos máximos.
Ontem nasceu uma cabrita na chácara da minha sogra, ao lado da minha, mas ela não conseguiu levantar-se. Eu fiz o que pude, secamos o bichinho, dei mamadeira, aqueci o seu corpinho mas ela não conseguiu começar a sua vida.
Pelo menos não vão subir a escadaria sozinhos. Por falar em sozinhos, os Mass Games da Coreia, onde a Coreia forma figuras.
Ontem nasceu uma cabrita na chácara da minha sogra, ao lado da minha, mas ela não conseguiu levantar-se. Eu fiz o que pude, secamos o bichinho, dei mamadeira, aqueci o seu corpinho mas ela não conseguiu começar a sua vida.
Pelo menos não vão subir a escadaria sozinhos. Por falar em sozinhos, os Mass Games da Coreia, onde a Coreia forma figuras.
domingo, 9 de outubro de 2011
NABULA
"Não dirija, não opere máquinas pesadas e não faça posts no facebook revelando suas opiniões a respeito de seus cunhados enquanto estiver utilizando este produto"
A ilustração tem coinenhuma (acho) a ver, mas fica no clima de criança, gatinhos de animação que eu via quando era crianção.
A ilustração tem coinenhuma (acho) a ver, mas fica no clima de criança, gatinhos de animação que eu via quando era crianção.
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sábado, 8 de outubro de 2011
PODERÓPOLIS
Existe um lugar chamado Poderópolis, onde o meio ambiente é propício para a proliferação de uma bactéria denominada corruptus corrosivis. A ação no organismo humano é imediata e notável por vários sintomas:
- Inflamação generalizada do ego,
- Sobrepeso nas opiniões próprias, com preponderância sobre o pensamento de outros.
- Hipertensão nas necessidades básicas, buscando qualquer meio para garantir patrimônio.
Assim, pode-se afirmar que os efeitos colaterais transformam os moradores da região numa mistura de homem das cavernas com anjo: Vive sem limites e fora da realidade.
O antídoto foi descoberto mas ainda não foi distribuído, pois o cientista que chefiou os estudos foi contaminado, e desta forma, o acordo multibilionário para liberação da fórmula escorre, lento feito sagu, de um tribunal para outro.
- Inflamação generalizada do ego,
- Sobrepeso nas opiniões próprias, com preponderância sobre o pensamento de outros.
- Hipertensão nas necessidades básicas, buscando qualquer meio para garantir patrimônio.
Assim, pode-se afirmar que os efeitos colaterais transformam os moradores da região numa mistura de homem das cavernas com anjo: Vive sem limites e fora da realidade.
O antídoto foi descoberto mas ainda não foi distribuído, pois o cientista que chefiou os estudos foi contaminado, e desta forma, o acordo multibilionário para liberação da fórmula escorre, lento feito sagu, de um tribunal para outro.
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011
COISAS OUVIDAS DE OUVIDO
Ele me olhou com o sangue nas órbitas, suava embaixo do chapéu. Puxou o ar por aquelas narinas grandiosas e rosnou bem baixinho, a cachaça pulverizada no ar. O bom músico, disse ele, só se preocupa em não encher o saco de quem tá escutando. Quem tá ouvindo é quem te leva na música.
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segunda-feira, 19 de setembro de 2011
ENQUANTO DURANTE
Eu desço do carro no Centro e uma repórter aparece com um microfone, mugindo no meu ouvido:
- Ivocêêê que dá pinião?
- Não, mas posso perguntar umas coisas?
- Cláááruuu!
- Por que você fala como uma criancinha?
Por que se veste como as vagabundas ali da outra rua?
Não tem ninguém lá na sua empresa que note isso e te dê um toque, já que você não se toca?
Seria demais pedir que vocês não tratassem todo mundo como débeis mentais, mas aí já é muito querer!
Mentira, eu disse: "Não, não, não, eu tô com pressa!" e me mandei.
- Ivocêêê que dá pinião?
- Não, mas posso perguntar umas coisas?
- Cláááruuu!
- Por que você fala como uma criancinha?
Por que se veste como as vagabundas ali da outra rua?
Não tem ninguém lá na sua empresa que note isso e te dê um toque, já que você não se toca?
Seria demais pedir que vocês não tratassem todo mundo como débeis mentais, mas aí já é muito querer!
Mentira, eu disse: "Não, não, não, eu tô com pressa!" e me mandei.
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Comportamento,
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sexta-feira, 19 de agosto de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
TGI THURSDAY'S
Thank God It's Thursday.
Tenho tantos porfazeres que vou te dizerlhes. Mas o trabalho dá frutos, pena que você está trabalhando e não pode apreciá-los.
Tenho tantos porfazeres que vou te dizerlhes. Mas o trabalho dá frutos, pena que você está trabalhando e não pode apreciá-los.
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