sexta-feira, 13 de abril de 2012
FOI PRO JACKO
Quando bateu as botinas cobertas de lantejoulas o Maiquelgéquisson, eu cometi essa abobrinha aí de cima. Ou de baixo, não sei como esse blog monta as cousas. Mas não aguento esses negócios de rei disso e daquilo, quem precisa de rei é índio. Só depois de finado, porque afinado ele sempre foi, soube-se de sua obsessão pelo Prince. Suspeitei imediatamente (como havia suspeitado na época) que ele havia comprado o nome, que o Prince parou de usar, para batizar - e já fazer uma marca registrada para a futura carreira musical do herdeiro - o filho. Se chamou o filho de príncipe, é porque se achava rei? Depois deu o nome de Blanket (cobertor) para outro. Indabem que parou por aí, magina se sai a Colcha Jackson, o Travesseiro de Penas de Ganso Jackson, e o Box Spring Jackson. Ei, esse último vou registrar.
Tagando e andando:
Ilustrações,
Rock
quarta-feira, 11 de abril de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
LAMBUZO
Espalhei um pouco de tinta e deu nisso. O artista não deve confiar na memória, isto é arte naïf. O Paulo Caruso disse uma vez num workshop que fiz com ele, que usa milhares de fotografias para fazer suas caricaturas. Eu mal escutei, estava sentado entre o Edgar Vasques e o Santiago.
Tagando e andando:
Ilustrações
domingo, 8 de abril de 2012
NAMARRUMBABILIDADE
Posta, seu bosta.
A cada dia, 500 pessoas vêm aqui para ver se algo mudou. Pelo menos tenha a decência de manter o Google funcionando, vai que essa merda quebra, aí como vou achar as coisas?
Aliás, carro zero para quem achar uma mulher que não fique reclamando que o marido não acha as coisas que estão na frente dele.
Com isso, criei minha mais zerobaleta terroria:
O homem não precisa de luz.
Tenho um grande e inventivo amigo que além de ter as ideias, consegue executar e mostrar a nossa cara que ele estava certo. Maldito seja!
Ele tem uma bancada de ferramentas extraordinária, com milhares de chaves de fenda, alens, philips e outras famílias, é impressionante, eu chego a babar de inveja, um dia estraguei uma camisa nova que eu estava usando. Pois o amigo sabe onde está cada parafusinho, componente, o escambau. Se apagassem a luz, ele poderia desmontar uma bomba atômica enquanto contava um causo, mascando o doce de abóbora nota 11 que sua mãe faz quase todo dia.
Ancinho,
Se você deixar um homem em uma casa sem luz, e completamente vendado, ele entra, larga a chave no chão, ao lado da porta, joga a calça na guarda da cadeira, atira a camisa no chão do banheiro, junto com a toalha que já está lá há dois dias. Na cabeça dele, tá tudo guardado no seu lugar. Estende o braço sem olhar, pega uma cerveja na geladeira e abre sem desviar os olhos da tv ou qualquer coisa que tenha imagens de mulher gostosa. Quando precisa sair, sem olhar, ele pega a calça na cadeira, escolhe uma camisa no chão, recolhe as chaves que estavam no mesmo lugar e prontex. Mas aí vem a mulher e quer colocar tudo em caixas, gavetas, com etiquetas com nome e de preferência com um plástico em volta, que é para ninguém usar. E depois que faz isso se bota a assuntar esse assunto podre. Nunca notaram como tem assunto podre?
Voltando, o homem não usa a luz para localizar as coisas, assim não nota que o lugar está uma bagunça.
Bela teoria, hein? Estou orgulhoso de si mesmo.
º º º
Com 8, 9 anos, eu costumava puxar a Patrulha da Broca. Sempre fui esfomeado, tenho metabolismo de peixe, fico com fome a cada 3 horas. Bela desculpa para ser gluto. Assim, quem estava brincando na turma tinha que levar a galerinha, uns 4 a 10 (!) piás na sua casa, pois certamente a mãe estaria fazendo alguma coisa pra jogar um reboco na parede estomacal, sempre rolava ao menos um pão com schmier, no mínimo. Éramos como as formigas-correição (que estão sumidas). Lembro que a mãe do Pelé e do Leilei fazia bolachas para vender, dava um biscoito quentinho com gosto para cada um, mas quem pedisse repeteco levava um xispa, às vezes até com a vassoura. Sabe piranhas? A gente era só boca.
º º º
As agências de propaganda que possuem grandes clientes, tratam-os com um desprezo que poderia ser considerado um crime.
Regularmente, apresentam sempre as mesmas campanhas, na maior cara de pau:
1. O Encontro - o encontro (de duas coisas que não combinam) da qualidade com o preço baixo, da localização central com o amplo espaço.
2. A "bilidade" No ar, a cerveja com "botecabilidade". Alguém paga em notas novinhas por ideia velha...
3. A personalização - O Banco do João, da Susana, da Luisa... Coisas padrão que vendem como se fosse do "seu jeito". O Burger King está dizendo "a gente faz do seu jeito" CUMA? Se vocês são uma linha de montagem quase robótica?
É que a gente gosta do sofá da autoenganação. Ele é um fofo coxim, quentinho, ninguém te incomoda ali e tu é o rei, o sofá é diliça mas tem instaladas duas metralhadoras ponto 50, aquelas do Rambo, lança-foguetes e duas baterias de mísseis ar-terra. Detonem com os infiéis! Somos os fodões quando estamos no nosso troninho, todo mundo é plebeu.
Jesus, te salva que a mira laser te achou!
A cada dia, 500 pessoas vêm aqui para ver se algo mudou. Pelo menos tenha a decência de manter o Google funcionando, vai que essa merda quebra, aí como vou achar as coisas?
Aliás, carro zero para quem achar uma mulher que não fique reclamando que o marido não acha as coisas que estão na frente dele.
Com isso, criei minha mais zerobaleta terroria:
O homem não precisa de luz.
Tenho um grande e inventivo amigo que além de ter as ideias, consegue executar e mostrar a nossa cara que ele estava certo. Maldito seja!
Ele tem uma bancada de ferramentas extraordinária, com milhares de chaves de fenda, alens, philips e outras famílias, é impressionante, eu chego a babar de inveja, um dia estraguei uma camisa nova que eu estava usando. Pois o amigo sabe onde está cada parafusinho, componente, o escambau. Se apagassem a luz, ele poderia desmontar uma bomba atômica enquanto contava um causo, mascando o doce de abóbora nota 11 que sua mãe faz quase todo dia.
Ancinho,
Se você deixar um homem em uma casa sem luz, e completamente vendado, ele entra, larga a chave no chão, ao lado da porta, joga a calça na guarda da cadeira, atira a camisa no chão do banheiro, junto com a toalha que já está lá há dois dias. Na cabeça dele, tá tudo guardado no seu lugar. Estende o braço sem olhar, pega uma cerveja na geladeira e abre sem desviar os olhos da tv ou qualquer coisa que tenha imagens de mulher gostosa. Quando precisa sair, sem olhar, ele pega a calça na cadeira, escolhe uma camisa no chão, recolhe as chaves que estavam no mesmo lugar e prontex. Mas aí vem a mulher e quer colocar tudo em caixas, gavetas, com etiquetas com nome e de preferência com um plástico em volta, que é para ninguém usar. E depois que faz isso se bota a assuntar esse assunto podre. Nunca notaram como tem assunto podre?
Voltando, o homem não usa a luz para localizar as coisas, assim não nota que o lugar está uma bagunça.
Bela teoria, hein? Estou orgulhoso de si mesmo.
º º º
Com 8, 9 anos, eu costumava puxar a Patrulha da Broca. Sempre fui esfomeado, tenho metabolismo de peixe, fico com fome a cada 3 horas. Bela desculpa para ser gluto. Assim, quem estava brincando na turma tinha que levar a galerinha, uns 4 a 10 (!) piás na sua casa, pois certamente a mãe estaria fazendo alguma coisa pra jogar um reboco na parede estomacal, sempre rolava ao menos um pão com schmier, no mínimo. Éramos como as formigas-correição (que estão sumidas). Lembro que a mãe do Pelé e do Leilei fazia bolachas para vender, dava um biscoito quentinho com gosto para cada um, mas quem pedisse repeteco levava um xispa, às vezes até com a vassoura. Sabe piranhas? A gente era só boca.
º º º
As agências de propaganda que possuem grandes clientes, tratam-os com um desprezo que poderia ser considerado um crime.
Regularmente, apresentam sempre as mesmas campanhas, na maior cara de pau:
1. O Encontro - o encontro (de duas coisas que não combinam) da qualidade com o preço baixo, da localização central com o amplo espaço.
2. A "bilidade" No ar, a cerveja com "botecabilidade". Alguém paga em notas novinhas por ideia velha...
3. A personalização - O Banco do João, da Susana, da Luisa... Coisas padrão que vendem como se fosse do "seu jeito". O Burger King está dizendo "a gente faz do seu jeito" CUMA? Se vocês são uma linha de montagem quase robótica?
É que a gente gosta do sofá da autoenganação. Ele é um fofo coxim, quentinho, ninguém te incomoda ali e tu é o rei, o sofá é diliça mas tem instaladas duas metralhadoras ponto 50, aquelas do Rambo, lança-foguetes e duas baterias de mísseis ar-terra. Detonem com os infiéis! Somos os fodões quando estamos no nosso troninho, todo mundo é plebeu.
Jesus, te salva que a mira laser te achou!
Tagando e andando:
Lembanças,
Mau Lucas,
Viet-Nâncio
terça-feira, 3 de abril de 2012
ANTINVERSO AO CONTRÁRIO
Ninguém ri do que é ridículo.
Pão e café, para ser frescos têm que estar quentes.
No fim do jogo, descontos e acréscimos são a mesma coisa.
Quando alguém sai do sério, fica sério.
Pão e café, para ser frescos têm que estar quentes.
No fim do jogo, descontos e acréscimos são a mesma coisa.
Quando alguém sai do sério, fica sério.
Tagando e andando:
FOTOS,
Nemesismos
segunda-feira, 2 de abril de 2012
quinta-feira, 29 de março de 2012
ABOTOÁRIO: MILTON VIOLA
Morreu Cazuza, pfá,
Renato Russo blé,
Fiquei triste com o Leon Eliachar,
muito com o Chicaniço
e MIL vezes pelo MILLÔR.
Esse cara era para mim o sucesso do nerd, o músculo vingador da pena na mão que calava os "idioletas" (quem sabe, sabe) com meia dúzia de seis palavras. São poucos os sábios que triunfam nesse mundo.
Recomendo cremar, porque o cérebro dele vai dar interferência nos aviões que passarem perto do cemitério.
Talvez não tenha sobrado nada, além do Ivan Lessa.
Renato Russo blé,
Fiquei triste com o Leon Eliachar,
muito com o Chicaniço
e MIL vezes pelo MILLÔR.
Esse cara era para mim o sucesso do nerd, o músculo vingador da pena na mão que calava os "idioletas" (quem sabe, sabe) com meia dúzia de seis palavras. São poucos os sábios que triunfam nesse mundo.
Recomendo cremar, porque o cérebro dele vai dar interferência nos aviões que passarem perto do cemitério.
Talvez não tenha sobrado nada, além do Ivan Lessa.
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Abotoário
terça-feira, 27 de março de 2012
QUINZE PALMOS ABAIXO
Fui ver como vivem os mortos. Passei quase todo o domingo passado abaixo do chão, limpando o poço da chácara. Tirei toda a água, uns 2 mil litros com uma mangueira, desci e comecei a retirar a areia no fundo. Aí, o mais legal, no fim, cheguei à fonte, onde a água sangra do chão. É uma camada de areião protegida por filetes de tabatinga branca, a terra parece um ser vivo, animado em suas entranhas. Ali, eu enfiei os dedos, retirei a tabatinga acumulada, porque a água levou a areia e isto fecha o olho dágua. E o líquido voltou a sair com vontade, uma dádiva do planteta, água limpa e cristalina.
Tagando e andando:
Chácara,
Ilustrações
segunda-feira, 26 de março de 2012
RH2O
Show do Roger Waters, segue minha resenha:
Quase tudo configurado para não parecer digital, muito importante. O sincronismo som-imagem nota 10 fraco, teve alguns tchuns e tchás importantes que não tiveram destaque, assim como no filme. A banda afiada, o segundo vocalista escorregou umas duas vezes, as crianças do Brasil fizeram um belo timbre.
Alguns elementos cenográficos, como o avião caça da segunda guerra em meia escala que cai numa tirolesa da torre de iluminação até o palco, ficaram toscos diante da tela de 127 metros. O som do avião passando no surround de 6 canais fez todo mundo virar a cabeça e o helicóptero, quinze minutos depois, torcicolo de novo. Como somos bobos.
Todos os patrocínios do estádio foram tapados com lonas e panos.
A mensagem THE WALL está fraca e perdida, critica um mundo de consumismo para uma platéia com 100% de celulares e cameras digitais gravando o show. Mostra bombardeiros – outra coisa fora de moda em tempos de guerra cirúrgica com visão noturna e monitoramento por satélite – soltando marcas – shell, mercedes, macdonalds, e símbolos religiosos – a cruz, a estrela de davi, o crescente do islã. Algums daquelas figuras são sonhos de consumo da plateia.
O isolamento existe, a internet é a ferramenta perfeita para se isolar, mas como o sr. Águas, estamos cada vez mais isolados, mas estamos também mais exibidos, gostando de nós mesmos, mudando o que não se gosta, podemos ser abobados, mas também estamos fazendo em grande escala algo que só poucos podiam fazer: um mundo de acordo com o que queremos. A pilha de lixo para se gerar esse luxo será tão alta que o Everest servirá como escadinha para os alpinistas.
Ele também falou com uma emoção sobre o Jean Charles para uma turma que tava cagando se o Jean Charles era brasileiro, se levou um tiro ou um cabo de vassoura no rabo, que assunto mais jaéra. Por que não bota a foto de uma gostosa na tela?
Os bonecos são muito legais, com efeitos e até neon, o lance da parede cair, tudo legal. Mas o que mais gostei foi que vi meu bruxo G.E.Smith na banda! Resumindo, foi isso. Oye!
Quase tudo configurado para não parecer digital, muito importante. O sincronismo som-imagem nota 10 fraco, teve alguns tchuns e tchás importantes que não tiveram destaque, assim como no filme. A banda afiada, o segundo vocalista escorregou umas duas vezes, as crianças do Brasil fizeram um belo timbre.
Alguns elementos cenográficos, como o avião caça da segunda guerra em meia escala que cai numa tirolesa da torre de iluminação até o palco, ficaram toscos diante da tela de 127 metros. O som do avião passando no surround de 6 canais fez todo mundo virar a cabeça e o helicóptero, quinze minutos depois, torcicolo de novo. Como somos bobos.
Todos os patrocínios do estádio foram tapados com lonas e panos.
A mensagem THE WALL está fraca e perdida, critica um mundo de consumismo para uma platéia com 100% de celulares e cameras digitais gravando o show. Mostra bombardeiros – outra coisa fora de moda em tempos de guerra cirúrgica com visão noturna e monitoramento por satélite – soltando marcas – shell, mercedes, macdonalds, e símbolos religiosos – a cruz, a estrela de davi, o crescente do islã. Algums daquelas figuras são sonhos de consumo da plateia.
O isolamento existe, a internet é a ferramenta perfeita para se isolar, mas como o sr. Águas, estamos cada vez mais isolados, mas estamos também mais exibidos, gostando de nós mesmos, mudando o que não se gosta, podemos ser abobados, mas também estamos fazendo em grande escala algo que só poucos podiam fazer: um mundo de acordo com o que queremos. A pilha de lixo para se gerar esse luxo será tão alta que o Everest servirá como escadinha para os alpinistas.
Ele também falou com uma emoção sobre o Jean Charles para uma turma que tava cagando se o Jean Charles era brasileiro, se levou um tiro ou um cabo de vassoura no rabo, que assunto mais jaéra. Por que não bota a foto de uma gostosa na tela?
Os bonecos são muito legais, com efeitos e até neon, o lance da parede cair, tudo legal. Mas o que mais gostei foi que vi meu bruxo G.E.Smith na banda! Resumindo, foi isso. Oye!
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Rock
terça-feira, 20 de março de 2012
DEEM-ME UMA CANETA COM TINTA INFINITA E EU PINTO ATÉ A PERIQUITA DA DONA RITA!
Sempre achei que o coração tinha um erro. Aquele ângulo reto - duro - no topo de uma figura toda curva, não estava bem explicado. Fui investigar. Se quiser ser artista, tem que ser detetive, descobrir o que existe por baixo do que aparenta, senão a tua arte não se sustenta. YO!
Peguei meu casaco MacIntosh, comprei um saco de maçãs na fruteira da Rue du Poulain e aguardei em meu posto de observação.
Depois de muita espera e tentativas, ela surgiu, a resposta está aí, pra quem quiser ver, o amor guarda uma lágrima em seu peito. Até ele.
Peguei meu casaco MacIntosh, comprei um saco de maçãs na fruteira da Rue du Poulain e aguardei em meu posto de observação.
Depois de muita espera e tentativas, ela surgiu, a resposta está aí, pra quem quiser ver, o amor guarda uma lágrima em seu peito. Até ele.
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Ilustrações,
Rhymes
segunda-feira, 19 de março de 2012
AIMADJINIUS
Bá! Descobri! Ensinar ciência com palavrão e sacanagem!
Pode ser um conto:
A Hipotenusa era uma mulher que não conhecia o prazer. Os dois irmãos Cateto juraram que um dia iriam fazer aquela jovem grega de olhos e cabelos negros e pele da cor da oliva entregar seus segredos.
Ou um estilo mais direto:
Aquele p&^%# do Carbono pegou o Hidrogênio na saída da balada e enfiou o seu C#&^%$ no meio de suas órbitas de elétrons e foi aquele surubão! Ninguém era de ninguém.
hahahaha
A ilustração é de uma série de tichãrtes que bolei para um acampamento que inventei e organizo de 5 em 5 bilhões de anos. Trata-se do BASF, Bolori Acampa Show Fest, que normalmente não tem josta nenhulha. Não avisei que aqui no blog não precisa ter nada a ver com coisa alguma? Mesmo? Jura?
Pode ser um conto:
A Hipotenusa era uma mulher que não conhecia o prazer. Os dois irmãos Cateto juraram que um dia iriam fazer aquela jovem grega de olhos e cabelos negros e pele da cor da oliva entregar seus segredos.
Ou um estilo mais direto:
Aquele p&^%# do Carbono pegou o Hidrogênio na saída da balada e enfiou o seu C#&^%$ no meio de suas órbitas de elétrons e foi aquele surubão! Ninguém era de ninguém.
hahahaha
A ilustração é de uma série de tichãrtes que bolei para um acampamento que inventei e organizo de 5 em 5 bilhões de anos. Trata-se do BASF, Bolori Acampa Show Fest, que normalmente não tem josta nenhulha. Não avisei que aqui no blog não precisa ter nada a ver com coisa alguma? Mesmo? Jura?
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Bolori,
Ilustrações
SAPO DE PLÁSTICO
Microdesenhos que fiz para uma capa do CD do Sapo de Plástico, que ainda não saiu. Parto de planeta.
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Sapo de Plástico
sexta-feira, 16 de março de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
CHOPPEROLOGIA
Esta Chopper - vem de chop - cortar - os pioneiros pegavam duas motos batidas, cortavam ao meio e remontavam nessas estilosas bikes - modelo "Sideburn" homenageia uma grande amigo. Os garfos em forma de braço de contrabaixo Fender e a carenagem do motor em forma de suíças, além das cores azul, branco e preto deixam pouca margem para dúvidas.
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Ilustrações,
Motos,
Sandoval
segunda-feira, 12 de março de 2012
EM TUDO HÁ
Eu gosto do som do Calypso, porque o timbre daquela guitarra Strato é muito bonito para eu odiar, o canto naïve da vocalista chora uma imitação de amor, e muito mais principalmente porque eles mostram que o Brasil tem frente para o Caribe e não se dá conta. Saca o Pará? Pois é.
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FOTOS,
Histórias Desinteressantes
quinta-feira, 8 de março de 2012
AH...AH...AH... TO MORREN...
Inventei uma piada:
É noite no tempo das cavernas,
um troglodita está diante do fogo, sua mulher no fundo da caverna cuida das crianças.
De repente, ele joga gravetos na fogueira, o que aumenta suas labaredas.
Aí atira pedaços de ossos na fogueira e levanta fumaça.
A seguir, ele espalha cinzas sobre o fogo, que apaga, e ficam só as brasas acesas.
Então, ele joga palha nas brasas, o que faz o fogo voltar.
Nisso, a mulher surge da caverna, dá um tapão na orelha do homem das cavernas e diz:
- Vê se te decide por um canal duma vez!
Ah... ah... ah... Pteu-pteu-pteu-perimbombom - Tema do Seinfeld.
É noite no tempo das cavernas,
um troglodita está diante do fogo, sua mulher no fundo da caverna cuida das crianças.
De repente, ele joga gravetos na fogueira, o que aumenta suas labaredas.
Aí atira pedaços de ossos na fogueira e levanta fumaça.
A seguir, ele espalha cinzas sobre o fogo, que apaga, e ficam só as brasas acesas.
Então, ele joga palha nas brasas, o que faz o fogo voltar.
Nisso, a mulher surge da caverna, dá um tapão na orelha do homem das cavernas e diz:
- Vê se te decide por um canal duma vez!
Ah... ah... ah... Pteu-pteu-pteu-perimbombom - Tema do Seinfeld.
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Piada Frasca
quarta-feira, 7 de março de 2012
PRESTENÇÃO
Nem vou falar que a gente não presta atenção em 99% das coisas que acontecem dentro de nós, e menos ainda na nossa cara. Os Russos, em pesquisas que nem quero imaginar como foram feitas, afirmaram que são momentos em que somos governados pelo nosso inconsciente. Vou além, tu só é consciente quando presta atenção na tua respiração, de outra forma tua mente está soltinha tipo pipa depois de perder na batalha do cerol. Isso não é ruim, ok? Ei, ei! Aloooou!
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iDÉIA
segunda-feira, 5 de março de 2012
COM
Começou com uns rabiscos no telefone, mais uns risquinhos no Photoshop et voilà!
O tom azulado foi da foto mesmo.
O tom azulado foi da foto mesmo.
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Arte,
Ilustrações
ARTE SEM ARTISTA
Ou então, se preferirem:
Tuta, arte única, utilizando água de chuva, marca registrada do artista em suas aquarelas, pigmento terroso e um carrinho de mão furado sobre o piso.
Tuta, arte única, utilizando água de chuva, marca registrada do artista em suas aquarelas, pigmento terroso e um carrinho de mão furado sobre o piso.
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Arte Sem Artista
sexta-feira, 2 de março de 2012
CARRO COMESTÍVEL
Inventei o carro comestível: Ele leva você até seu destino, e ao chegar não precisa ficar procurando vaga para estacionar, basta comer o seu carro! Ele será comercializado nos sabores Costelinha de Porco com Açaí, Repolho com Ovo e Doce de Feijoada. Batatas fritas são opcionais.
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Enjambrações,
iDÉIA
quinta-feira, 1 de março de 2012
CAPÃO NUNCA MAIS - CACEQUI 3
Aqui está a arte que bolei para a Banda Capão Nunca Mais, seu terceiro álbum intitulado "Cacequi 3".
Utilizei elementos dos elementos, informações internas, de cocheira, extraídas à base de muita ameaça e alguns copos de Quik Morango gelado. O símbolo original é uma chave, que em matemática significa "estar dentro ou pertencer a um grupo". O número 3 assemelha-se à letra B, de Bolori, grupo originaldo da tropilha. Também lembra outra coisa, que não preciso dizer qual é, todo mundo menos o Régis Bohn tem. O fundo escuro e a figura central evocam nossa solidão em meio a um universo desconhecido e ameaçador. E fica legal pracariba.
Utilizei elementos dos elementos, informações internas, de cocheira, extraídas à base de muita ameaça e alguns copos de Quik Morango gelado. O símbolo original é uma chave, que em matemática significa "estar dentro ou pertencer a um grupo". O número 3 assemelha-se à letra B, de Bolori, grupo originaldo da tropilha. Também lembra outra coisa, que não preciso dizer qual é, todo mundo menos o Régis Bohn tem. O fundo escuro e a figura central evocam nossa solidão em meio a um universo desconhecido e ameaçador. E fica legal pracariba.
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Design,
Ilustrações,
Rock,
Viet-Nâncio
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
CARRICATURA
Como você seria se fosse um carro? O meu amigo Gomes seria uma Kombi, atua em diversas áreas e temperamental, solta fumaça por qualquer coisa...
Tagando e andando:
Ilustrações
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
DESORDEM ACAÓTICA
Depois de 5 anos, a Tuta Guitars está se organizando. Agora, as mesas não estão cheias de ferramentas e descobri para que servem: para fazer coisas sobre elas!!!!!!!!!
Tagando e andando:
GUITARRAS
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